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    <title>o nosso partilhómetro</title>
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    <description>A dádiva de Ser Vida permite relativizarmo-nos perante as pessoas, em todas as circunstâncias, estabelecendo referências para o que quisermos Ser nos Agoras seguintes. Partilha humana é o ponto de partida da prosperidade. &lt;br/&gt;Este partilhómetro é um nosso contributo, acrescentem-lhe o vosso.</description>
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      <title>momentos condensados</title>
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      <pubDate>Thu, 11 Mar 2010 09:10:06 +0100</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2010/3/11_momentos_condensados_files/o_img%2017012010%2030.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/o_img%2017012010%2030.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:256px; height:160px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Antes da comemoração oficial do fim do Inverno, e em uníssono com as primaveras que se vão fazendo sentir, animamo-nos mais uma vez para a escrita-partilha dos últimos meses, em modo sumário. Ainda que para alguns não sejam tudo novidades, que para todos seja como um forte abraço. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Como primeiro sumário, publicamos o balanço associativo, datado de 15 de Janeiro:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;“Há ciclos e ciclos e coisas e coisas. Mesmo sabendo que fruto de distancias temporais e emocionais nos esqueceremos de alguns e de algumas - ciclos e coisas, serve esta missiva para partilhar convosco vividos momentos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estamos neste momento em San Sebastian - Donostia, terminando ciclos que fomos alimentando nestes meses que por aqui passamos.&lt;br/&gt;Fizemos novos amigos, reforçamos amizades já sólidas e mantemos a certeza de que este Pais Basco é vastamente rico -  um mundo de oportunidades para quem quer arregaçar mangas e empreender novos desafios - começando do zero ou alimentando projectos que querem despontar. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Já partilhamos convosco um pouco do que foi o arranque deste inverno: &lt;br/&gt;&gt; o curso de Vipassana;&lt;br/&gt;&gt; os encontros e reencontros com amigos Bascos; &lt;br/&gt;&gt; a Amizade; &lt;br/&gt;&gt; ...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dando resposta a uma necessidade que se agudizou, envolvemo-nos num tratamento integral dos nossos dentes que mereceu a nossa total prioridade pelo histórico que a boca do Zé apresenta, mas sobretudo pela descoberta da nova dimensão de cuidados globais com que a Sole (mais que médica dentista) nos tratou e pela riqueza que este contacto acrescentou aos nossos modos de Ser.&lt;br/&gt;A ideia de que espelhamos em todas as nossas células quem somos é bem certa para nós, e foi admirável partilhar esta certeza com quem a alinha à prática profissional de cuidados odontológicos. A história da nossa Vida (espiritual, emocional,...) reflecte-se no nosso corpo tão descaradamente! Às vezes precisamos de olhos de fora para nos mostrar o que tão bem sabemos cá dentro... &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Do Vipassana recebemos  a prenda de conhecer a Ainara e o Pablo, que generosamente nos abriram as porta da sua casa, oferecendo-nos entre lindíssimos momentos de partilha, mais um conjunto de estímulos e ferramentas muito interessantes. &lt;br/&gt;Como ferramentas práticas e/ou materiais, um belo aquecedor a gás para a JCook e umas deliciosas pequeninas colunas para o iPod - mais dois pontos que nos aproximam ao conforto caseiro: calor e som.... &lt;br/&gt;Entre todos os outros estímulos, porque a maioria são partilhas interpessoais e/ou impossíveis de contextualizar sem todo o contexto, resumimos:&lt;br/&gt;&gt; Florais de Bach – um caminho para um mais profundo auto-conhecimento, por via de uma identificação da(s) debilidade(s) mais proeminentes no momento de arranque do tratamento (sintoma) para de forma gradual se chegar ao ponto em que se tratam questões mais sólidas e enraizadas (causa);&lt;br/&gt;&gt; Eneagramas – um caminho para um mais profundo auto-conhecimento, por via do estudo do carácter/personalidade através de auto-análise, reflexão, relativização, ...;&lt;br/&gt;&gt; Ricas referencias de mundos a oriente, desta vez indianos, como o conhecer Deepa Mehta, uma cineasta indiana, que realizou entre outros filmes que ainda não vimos, a trilogia: Fogo, Água, Terra. &lt;br/&gt;&gt; e mil histórias de Namastê.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pela mão da Ainara conhecemos também o seu tio Iñaki. Estávamos apenas de passagem por sua casa e terminamos passando com ele quase um dia inteiro. Entre conversas, jantar, passeio e muita partilha, experimentamos mais uma vez este abrir de coração que - embora não instantâneo - tão frequentemente temos encontrado no povo basco. &lt;br/&gt;Com o Iñaki partilhamos e recebemos muitos estímulos sobre radiestesia, e foi muito enriquecedor ver como tão elegantemente ele compagina esta sua paixão com a descrição e simplicidade da sua actividade profissional. &lt;br/&gt;O Iñaki, a Cris e a Ione moram em Baquedano -  a aldeia mais próxima da Nascente do rio Urederra (Nacedero de Urederra). É mais uma zona deslumbrante, num vale meio esquecido pontuado de 11 aldeias num total aproximado de 300 habitantes. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Neste mesmo vale, e pela mão do Iñaki, fomos conhecer o Parque de Campismo de Artaza - um parque totalmente ecológico. &lt;br/&gt;É um exemplo irrepreensível de construção e vivência alinhada aos recursos da Terra, desta forma disponível para quem quer passar um temporada mais sana: desde as rotinas diárias às contemplações deslumbrantes que a zona oferece. &lt;br/&gt;Desde a fase de construção estas premissas são ponto basilar: utilização integral de energia renovável, materiais naturais de origem credenciada, saneamentos bioremediados, horta biológica, entre outras. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Na zona de Lekunberri, onde nos reencontramos com o Egoitz e a Ane, este ano decidimos explorar em profundidade o ex-libris da zona: San Miguel de Aralar. &lt;br/&gt;San Miguel de Aralar é um dos pontos mais alto da região - tem 1.250 mt de altitude e é um sem fim de cenários de encanto por toda as encostas.&lt;br/&gt;Pudemos aprecia-lo em pleno Outono e já despido que nem Inverno. Que deslumbre estar tão rodeados de pura e virgem natureza, tão densos e inspiradores arvoredos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outra zona de bosque que merece ser  apreciada é o Bosque de Irati - ou Selva de Irati. É uma floresta de aias, uma das maiores da Europa, que lhe conferem tonalidades de luz indescritíveis. Quando lá chegamos o Inverno já lhe tinha despido as mágicas vestes alaranjadas mas ... é bem fácil prever a sumptuosidade de uma Primavera e a nostalgia de um Outono. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Numa zona mais árida e agreste, Biguezal, demos finalmente corpo ao encontro com o TIA - o Taller de Inovación Alternativa, do qual já vos tínhamos falado. Este centro é conduzido pelo Iñaki Urkia Luz, um arquitecto navarro que - à medida de cursava o regular curso de Arquitectura - foi explorando, construindo e promovendo práticas de construção cada vez mais alinhados aos ciclos da Natureza, colocando bastante energia em divulgar  sistemas práticos e acessíveis de aproveitamento dos recursos naturais. Com o seu irmão escreveu dois livros (Energia Renovable Practica e Ingenios Solares: Manual practico para la construccion de aparatos sencillos relacionados con la energia solar) e arrancou com o projecto TIA. &lt;br/&gt;Neste momento é um dos arquitectos mais reconhecidos para este tipo de projectos e que mais se implicou na difusão deste tipo de práticas muitas vezes desconhecida e desconsiderada. Na Expo 2008 de Zaragosa, o edifício Iniciativas Ciudadanas foi obra sua - em co-autoria com Ricardo Higueras - demonstrando como um edifício realizado em materiais naturais pouco transformados, como o barro, e seguindo critérios de bioconstrucão e bioclimatismo, obedece aos critérios de segurança tão elevados como os de uma Expo Internacional. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fomos recebidos no TIA num momento matinal agendado para que nos conhecêssemos e explorássemos como nos poderíamos envolver nos projectos que estivessem a decorrer - aprendendo e acrescentando valor. &lt;br/&gt;Acolhidos num caloroso núcleo familiar, conhecemos os recantos de um espaço tão nutrido de energia pura: nas casas de palha, nas tocas no chão, nos vários sistemas de reaproveitamento de excessos convertidos em luxos. &lt;br/&gt;Mas... é inverno, é tempo de recolhimento e, a marcha para.  &lt;br/&gt;Mesmo tendo sido convidados para com eles ali ficarmos, foi rapidamente por todos apercebido que não haveria grande pertinência neste assentar. O único grande projecto a decorrer é o de uma família em crescimento no seu entorno particular.&lt;br/&gt;Ficaram as portas e os corações abertos para uma mais frutífera colaboração futura, agora já assente numa relação que se alimentou de dois dias de partilha intensa e desafio mútuo. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Passamos por Pamplona onde, entre o revisitar de mais uma ajuntamento bonito, tivemos a oportunidade de dar uma ajuda a uma amiga que brevemente iniciará um novo ciclo de vida. A Mari José - a mãe da Ane - brevemente mudará de casa e solicitou a nossa ajuda para tornar o novo entorno mais alinhado às suas intenções: confortando-a e nutrindo-lhe de novos estímulos. Para a casa e para o jardim, com base nas valências permaculturais e feng-shuianas, usamos a nossa intuição para lhe desenhar a proposta oferecida.  &lt;br/&gt; &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Entretanto, e porque precisamos de estabilidade, no início de Dezembro decidimos estacionar em San Sebastian. Aqui encontramos um conjunto de serviços que facilitam a gestão da vida na JCook, permitindo-nos ficar com um pouco mais de tempo e disponibilidade para olhar também por nós.&lt;br/&gt;Aqui podemos abastecer a JCook de H2O gratuitamente, esvaziar a cassete do WC e mantermo-nos estacionados num mesmo poiso pelo tempo que quisermos. Assim é porque  estamos em época calma de turismo - o uso deste parque tem um valor diário de 3€, que felizmente temos podido evitar paga-lo. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;San Sebastian é uma cidade fantástica que, para além de nos encantar com a beleza do espaço e a riqueza dos serviços, nos proporcionou uma nova oportunidade de relativização face ao estilo de vida que por aqui se pratica e que estimula praticar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E alguém, que nem valioso sócio, pergunta: e a associação? &lt;br/&gt;O que escrevemos no parágrafo anterior é a mais proeminente verdade: precisamos de tempo e disponibilidade para olhar por nós.&lt;br/&gt;Por mais difícil que seja transmitir-vos o tudo pelo qual estamos a passar, é para nós importante dar-vos esta ideia de que nos é urgente tratarmo-nos, para melhor podermos desempenhar o que nos propusemos a fazer: &lt;br/&gt;&quot;promover o estudo, investigação, análise, reflexão e debate de ancestrais e contemporâneas realidades humanas, de cariz espiritual, ideológico, comportamental, cultural e social; numa perspectiva interdependente, unificante, inclusiva e integral; num espírito de coerência e comunhão aos padrões da Natureza, propondo meios, saberes e referenciais alternativos, que se constituam como bases para mudanças significativas no fazer, ser e saberes humanos, em qualquer escala e em qualquer lugar.&quot; &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Seguimos alinhados com este propósito mas cada vez mais clarificados que, primariamente, precisamos de aplica-lo em nós. Em transcendermo-nos para poder também, sequencialmente, contribuir para a transcendência dos outros.&lt;br/&gt;Só pode ser este o sentido do movimento: de dentro para fora.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assim sendo, entre as outras coisas que já contámos, andamos a estudar-nos, investigar-nos, explorar-nos, ... Sentindo-nos e descobrindo quais os mais adequados caminhos para a real transformação: as mudanças significativas no fazer, ser e saber. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Faz parte do trabalho. Será, seguramente, a parte mais importante. &lt;br/&gt;É certo também que o facto de ser Inverno alimenta esta necessidade de olhar para dentro. De aninhar e fazermo-nos, a longo prazo, confortáveis connosco mesmo.&lt;br/&gt;Alinhamos assim a estação meteorológica com as condições emocionais e, arregaçamos mangas para tirar o máximo partido desta fase. Não estamos hibernados. Estamos assumidamente a dar prioridade às nossas fundações. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Como indivíduos cada um de nós, à sua maneira, tem sentido os diferentes impactos deste aprofundar, compaginando-os com os diferentes quereres, desejos e gostos.&lt;br/&gt;Na nossa particular maneira de cada um ser, vamos alimentando a missão que continua a nutrir a nossa vontade de prosseguir. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Falando em nutrir a nossa vontade em prosseguir, ainda em 2009 abrimos uma nova frente relacional. Encetamos contacto com o The Arlington Institute (TAI) - nos EUA, através do John Petersen, presidente e fundador. &lt;br/&gt;O TAI é um instituto sem fins lucrativos, que opera com base na premissa de que a efectivação de novas ideias sobre o futuro só é possível através da coordenação e interligação de uma vasta rede de informação. Este &quot;think tank&quot; serve como um agente global de mudança através do desenvolvimento de novos conceitos, processos e ferramentas que antecipam o futuro e os traduzem em efectivo conhecimento para as mais adequadas decisões diárias. A sua operação reflecte-se no trabalho directo com líderes e organizações, nos mais  variados campos de acção, fornecendo-lhes ferramentas e perspectivas de acção para tempos de incertezas e constantes mudanças.   &lt;br/&gt;Presentemente, com base em vários indicadores que apontam para sérias mudanças globais, o TAI está em fase de implementação de um projecto concreto de propostas para um Novo Mundo. &lt;br/&gt;E estamos neste momento entre diálogos sobre a melhor forma de colocar a oneness cook ao serviço deste projecto. Pelo contacto via e-mail já se gerou comprometimento e empatia entre ambas as partes, testa-lo-emos via skype brevemente para, mais dinamicamente, apurarmos as pertinência e operação da relação. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nesta passagem para um oficial novo ano, aproveitamos também para vos enviar um balanço associativo: de intenções e de números.&lt;br/&gt;O balanço intencional está já clarificado no que vos escrevemos até agora: bitola baixa nos contactos para fora, fasquia alta nas perscrutações para dentro. &lt;br/&gt;Tendo encerrado os ciclos que aqui nos prendiam, vamos mudar de poiso para a Catalunha. Temos alguns contactos já entabulados, na zona de Barcelona e Girona,  e estamos muito receptivos ao que daí poderá surgir. &lt;br/&gt;Quando ao balanço numérico, segue num oficial documento em anexo.&lt;br/&gt;Este documento existe apenas para vos manter a par do estado da embarcação, não implica nem solicita qualquer validação ou pagamento de quotas. Mantemos a mesma linha de actuação, o saldo que for crescendo na conta será sempre para aplicação em actividades associativas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sem promessas de frequências, vos iremos dando algumas notícias. &lt;br/&gt;Receber estímulos vossos também é muito animador, pelo que: agitem-nos sempre que quiserem! &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ósculos, amplexos e demais boas saudações,&lt;br/&gt;we&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;PS - E porque 'também se come com os olhos'... espreitem fotos &lt;a href=&quot;http://www.flickr.com/ocook&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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      <title>Cinco Tibetanos</title>
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      <pubDate>Wed, 10 Feb 2010 23:47:35 +0100</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2010/2/10_Cinco_Tibetanos_files/Screen%20shot%202009-12-28%20at%2012.03.56%20AM.png&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/Screen%20shot%202009-12-28%20at%2012.03.56%20AM.png&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:254px; height:167px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Graças à interminável e inevitável cadeia de influências presente nas nossas vidas – estejamos, ou não, conscientes destas inesgotáveis trocas – recebi um forte estimulo* para iniciar uma prática diária de um conjunto de exercícios chamados ‘Cinco Tibetanos’. &lt;br/&gt; &lt;br/&gt;A este conjunto de exercícios, que se dizem serem a base do Yoga Tibetano, é-lhe atribuído mais de 2.500 anos de idade, tendo sido divulgado pela primeira vez por Peter Kelder em 1939, no livro The Eye of the Revelation.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Consistem numa sequência de movimentos relativamente simples, que asseguram que as nossas dobradiças se mantêm em funcionamento, activam a circulação de energia pelos canais principais por onde fluem (chamados Meridianos) e estimulam as zonas onde se verifica que a energia mais se concentra (chamados Chacras). &lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Há bastante informação disponível na internet relativamente aos benefícios que a prática regular dos ‘Cinco Tibetanos’ aporta, sendo que é notório um grande ênfase no que toca à longevidade e à imediata injecção de energia após a execução de toda a sequência.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Vivendo num espaço confinado como o que a James Cook nos apresenta, é um tremendo desafio fazer qualquer tipo de exercício – dentro ou fora de portas. &lt;br/&gt;Dentro, um corpo com 1,68 de altura cá se vai esticando e alongando razoavelmente; o corpo de quase 2m tem-se encontrado bastante mais limitado, infelizmente começando a sentir nas juntas o significado prático do ‘viver apertadinho’.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Aqui vos apresentamos a sequência e o modus operandi dos ‘Cinco Tibetanos’.  Na James Cook improvisaram-se adaptações; aproveitem os vossos lares para sentirem na pele a plenitude desta prática! E aproveitem o embalo deste novo ciclo energético que se iniciam, um fresquinho novo ano! &lt;br/&gt; &lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Movimento 01&lt;br/&gt;&gt; Coloque-se de pé com os braços esticados na horizontal  – mão direita para cima e esquerda para baixo – e gire, em círculos completos, todo o corpo no sentido horário (sentido dos ponteiros de um relógio que estivesse sobre os pés). &lt;br/&gt;Para diminuir as hipóteses de tonturas, procure manter o olhar num ponto (linha) fixo durante a rotação, ou diminuir a velocidade.&lt;br/&gt;Antes de avançar para o segundo movimento, descanse até desaparecer qualquer tontura.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Movimento 02&lt;br/&gt;&gt; Ajoelhe-se no chão com o corpo erecto e os braços estendidos paralelamente ao corpo. As palmas das mãos devem ficar encostadas na lateral das coxas.&lt;br/&gt;&gt; Incline a cabeça para a frente até o queixo tocar o peito, e em seguida leve-a para trás o máximo possível, simultaneamente arqueando o corpo. No momento em que arqueia o tronco, mova as mãos para que se apoiem nas coxas no momento de maior retroflexão. &lt;br/&gt;&gt; Volte à posição original para recomeçar de novo o movimento.&lt;br/&gt;Deve-se estabelecer uma respiração ritmada: inspirando profundamente quando arquear a espinha para trás e expirando ao voltar à posição erecta.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Movimento 03&lt;br/&gt;&gt; Deite-se de costas no chão, estenda os braços ao longo do corpo e vire as palmas das mãos para baixo mantendo os dedos fechados. &lt;br/&gt;&gt; Levante a cabeça do chão encostando o queixo no peito, ao mesmo tempo que levanta as pernas, com os joelhos rectos, até ficarem na vertical. &lt;br/&gt;&gt; Lentamente baixe a cabeça e as pernas, mantendo os joelhos firmes e rectos, até voltar à posição inicial. Deixe os músculos relaxarem um pouco e repita o movimento. &lt;br/&gt;Ao repetir este movimento, vá estabelecendo um ritmo mais lento para a respiração. Inspire profundamente enquanto levantar as pernas e a cabeça, e expire ao descê-las. Inspire e expire sempre pelo nariz.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Movimento 04&lt;br/&gt;&gt; Sente-se no chão com as pernas esticadas para a frente, deixando uma distância de aproximadamente quarenta centímetros entre os pés. Coloque as palmas das mãos no chão, voltadas para frente e ao lado das nádegas. Incline a cabeça fazendo o queixo tocar o peito. &lt;br/&gt;&gt; Num movimento simultâneo, incline a cabeça para trás o máximo possível e eleve o corpo de modo que os joelhos dobrem enquanto os braços permanecem rectos. O tronco e as coxas deverão ficar rectos e alinhados horizontalmente em relação ao chão; os braços e as canelas estarão em posição perpendicular ao chão. Tencione todos os músculos do corpo que puder.&lt;br/&gt;Relaxe ao voltar à posição inicial e descanse antes de repetir o movimento. Uma vez mais, a respiração é importante. Inspire profundamente ao elevar o corpo, segure a respiração durante o tensionamento dos músculos e expire completamente enquanto volta à posição inicial. Mantenha a respiração no mesmo ritmo no intervalo entre as repetições.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Movimento 05&lt;br/&gt;&gt; Deite-se no chão de barriga para baixo, distancie os pés um do outro aproximadamente quarenta centímetros e coloque as mãos no alinhamento dos peitorais - à mesma distancia entre si mesmas que os pés (aprox. 40cm). &lt;br/&gt;&gt; Eleve o corpo apoiando-se nas palmas das mãos e dedos dos pés. &lt;br/&gt;&gt; Mantendo pernas e braços rectos, arqueie a espinha e leve a cabeça para trás o máximo possível. &lt;br/&gt;&gt; Flectindo pela zona das ancas, eleve o corpo até ficar como um 'V' invertido. Ao mesmo tempo, encoste o queixo no peito.&lt;br/&gt;&gt; Volte à posição inicial e repita o movimento. Tencione os músculos por um instante, tanto no ponto mais alto como no mais baixo.&lt;br/&gt;Inspire ao elevar o corpo, em ‘V’, e expire quando o baixar.&lt;br/&gt;Só se retorna à posição inicial - deitado de bruços no chão – após completar todo o ciclo de repetições.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Modus Operandi&lt;br/&gt;. Durante a primeira semana de prática, se em condições de saúde normais, inicie a pratica dos ‘Cinco Tibetanos’ em sequências de três repetições por cada um dos cinco movimentos. Aumente o número de repetições em incrementos de mais duas repetições por semana.&lt;br/&gt;. Se se encontra com algum problema de saúde, inicie a prática somente com os três primeiros movimentos e fazendo apenas uma sequência de cada, mantendo este ritmo no mínimo durante a primeira semana. Gradualmente, à medida que se for sentindo confortável, por cada semana acrescente um novo movimento. Ao seu ritmo vá progredindo para aumentar o número de repetições em cada movimento.&lt;br/&gt;. O progresso no numero de repetições em cada movimento deve ser concordante com o seu nível de conforto na prática. Não force: ambiente-se gradualmente. Pode ir aumentando o número de repetições em todos os movimentos ou apenas nos que se for sentindo mais à vontade.&lt;br/&gt;. Durante a prática dos movimentos siga o ritmo da sua respiração de uma forma confortável. Não force para que seja mais lento ou mais rápido: desfrute do seu ritmo natural.&lt;br/&gt;. Entre cada movimento, faça uma pausa entre 3 a 5 respirações completas.&lt;br/&gt;. O número máximo de repetições recomendado é de 21. Se quiser intensificar o seu programa, faça os movimentos numa cadência mais rápida. Aumentar o numero de repetições para mais que 21 pode afectar os seus Chacras e produzir desequilíbrios no Corpo.&lt;br/&gt;. Para beneficiar de todo o potencial dos ‘Cinco Tibetanos’ pratique-os diariamente – preferencialmente de manhã, em jejum. Em dias que disponha de menos tempo, faça pelo menos três repetições de cada movimento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os resultados podem ser simplesmente subtis mas... &lt;br/&gt;permitam-se descobri-los! Desfrutem. Desfrutem-se :)&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;* Obrigada Helena e &lt;a href=&quot;http://clinica-hidrocolon.blogspot.com/&quot;&gt;Laurent&lt;/a&gt;! </description>
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      <title>forever Christmas *</title>
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      <pubDate>Tue, 22 Dec 2009 11:14:04 +0100</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/12/22_forever_Christmas_*_files/%20xmas.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/%20xmas_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:254px; height:255px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;♥ may Christmas prevail in our hearts.&lt;br/&gt;may we all live in happiness.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;♥ que o Natal permaneça nos nossos corações.&lt;br/&gt;que vivamos todos em felicidade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;♥ que las Navidades permanezcan en nuestros corazones.&lt;br/&gt;que vivamos todos en felicidad.</description>
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      <title>Viva a Amizade, Viva-se a Amizade</title>
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      <pubDate>Fri, 4 Dec 2009 08:08:21 +0100</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/12/4_Viva_a_Amizade,_Viva-se_a_Amizade_files/amizade_1.png&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/amizade.png&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:265px; height:508px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Quem como nós está na estrada, confronta-se frequentemente com o saudosismo do estar com os Amigos: ora revivendo acontecimentos, ora imaginando ou querendo saber como estão, a fazer o quê, a pensar o quê, a sentir o quê, a decidir o quê, a tomar que rumos, o que os vai fazendo sorrir, e o que os deixa entristecidos...&lt;br/&gt;É incrível que com tantos meios de comunicação, rápidos, globais e muitas vezes quasi gratuitos, estamos cada vez mais próximos das trivialidades de cada um – vulgo “o que comi hoje ao almoço” ou um inquérito do facebook, género “que tipo de cocó é que és?”(!!) – e mais afastados da nossa essência humana profunda. &lt;br/&gt;Que andamos a fazer aos nossos amigos e às nossas amizades, uns aos outros?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quem como nós está na estrada, confronta-se frequentemente com o significado da amizade. O que a determina? &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Haver algo em comum?&lt;br/&gt;A proximidade geográfica? &lt;br/&gt;O facto de alguém ter sido colega de outrem? &lt;br/&gt;O de terem passado por experiências marcantes?&lt;br/&gt;O de saber uma data de aniversário e ligar todos os anos?&lt;br/&gt;O de estar sempre disponível para simplesmente ouvir?&lt;br/&gt;O de ter recebido uma prenda inesquecível?&lt;br/&gt;Serem do mesmo clube de futebol?&lt;br/&gt;Fazerem desporto no mesmo sitio?&lt;br/&gt;Partilharem um segredo?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Todos temos amigos que poderemos enquadrar em qualquer das dimensões acima descritas, e em muitas mais. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Recorrendo à afamada Wikipedia atente-se às múltiplas dimensões que a amizade comporta:&lt;br/&gt;A amizade é a relação cooperante e suportada entre duas ou mais pessoas. Neste sentido, o termo conota a relação que envolve conhecimento mútuo, estima, afecto e respeito, acompanhados de um grau de dádiva de atenção e cuidado aos amigos em situações de crise ou necessidade. Os amigos são receptivos à companhia uns dos outros e exibem lealdade uns para com os outros, por vezes ao ponto de altruísmo. Os seus gostos são geralmente similares e podem convergir, e partilham actividades agradáveis. Também encetam um comportamento de ajuda mútua, tal como a partilha de conselhos e comportamentos reflexos. Porém, para alguns, a execução prática da amizade é pouco mais que a confiança de que o outro só lhe fará o bem.&lt;br/&gt;O Valor que é encontrado nas amizades é frequentemente o resultado dos seguintes factores, numa base consistente:&lt;br/&gt;-	A tendência para desejar o que é melhor para o outro;&lt;br/&gt;-	Simpatia e empatia;&lt;br/&gt;-	Honestidade, talvez em situações onde seja difícil para os outros falar a verdade, especialmente nos termos de apontar as falhas apercebidas no outro.&lt;br/&gt;-	Entendimento mútuo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No fim, a amizade é um conceito humano dualista porque pressupõe o seu oposto, a inimizade, ou a presença de um dos valores dos que constituem as fundações da amizade polarizados num limite oposto, como a presença de mentira quando uma amizade, e tudo o mais, pressupõem a verdade.&lt;br/&gt;Num mundo com ausência de dualidade, nem amigos nem inimigos existem, há amor incondicional e somos todos Um (oneness), plenos de perfeição e capacidade intrínseca (todos iguais) e plenos de arbítrio para um modo singular de ser extrínseco (todos diferentes ): atraente para uns, repelente para outros.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vivemos num mundo pautado por interesses, necessidades; no limite, só por sensações. Todos temos vontade de autonomia e vontade de estabelecer relações sociais, porque muitas vezes só nos permitimos conhecer aspectos de nós mesmos através das situações que nos dão feedback social. &lt;br/&gt;Também é verdade que todos temos medos ancestrais, porventura inconscientes para muitos:&lt;br/&gt;-	o medo de estar só;&lt;br/&gt;-	o medo de perdermos a nossa auto-estima;&lt;br/&gt;-	o medo de perdermos a confiança e valorização pelos outros.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vivemos num Mundo de relativização permanente, onde muitas vezes nos revemos e ansiamos por alcançar o status dos nossos ídolos e onde rejeitamos e desdenhamos aqueles que sentimos já estarem impedidos de nos chegar aos calcanhares...um mundo de hierarquias...e posses.&lt;br/&gt;A amizade também se encontra refém destas teias.&lt;br/&gt;Estas Vontades e estes medos condicionam fortemente a nossa postura perante as amizades, ora limitando-nos no que estamos dispostos a dar, ora no que estamos capazes de receber. Que necessidades e que medos moldam a nossa acção? &lt;br/&gt;Que andamos a fazer aos nossos amigos e às nossas amizades, uns aos outros?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando estabelecemos uma amizade há um período de encantamento pela descoberta mútua, pelos interesses partilhados, até pelas diferenças que poderão determinar uma mudança de pensar, estar ou fazer. O que nos alinha e o que nos desalinha. Uma vez passada esta fase, entra-se no período operacional, em que muitas vezes a amizade fica reduzida a  acompanhar os diferentes acontecimentos do dia-a-dia – se pessoas se vêem frequentemente -, ou apenas os mais marcantes – se pouco se vêem. assim as amizades tornam-se um pouco cristalizadas. Mantém-se um status quo confortável em que cada um dos amigos sabe com o que conta do outro. E o tempo vai passando, e as pessoas desligando.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tenho a felicidade de ter amigos. Pouco interessa a quantidade, sim a qualidade. Ver quantos amigos tenho pelo número de contactos no telemóvel ou facebook é-me indiferente. Vejo a minha amizade para com eles cultivada sobretudo pelo lado do desafio. Desafio-me a mim mesmo a procurar desafiar os meus amigos a serem melhores seres humanos. E a permitirem-me sê-lo também. Somos espelhos uns dos outros.&lt;br/&gt;Quem realmente acredita que somos responsáveis por nós mesmos, e que a totalidade das respostas que necessitamos para a nossa vida em nós reside, então aos amigos apenas podemos dar desafio, apoio, motivação e tomada de consciência, seja para esta mesma visão da realidade e/ou para as suas. Eu assim o acredito. Depois partilhamos os sucessos e o que a eles soar como insucesso.&lt;br/&gt;Potenciarmo-nos a sermos melhores seres humanos passa por acompanharmos as trivialidades e fait-divers que vão acontecendo com cada um, mas passa sobretudo por colocarmos a fasquia mais alta em relação ao que somos, pensamos, dizemos e fazemos. Tocarmos em mais dimensões da nossa humanidade e fazê-lo em cada uma com mais profundidade. E isso acontece de inúmeras formas. Cada um à sua maneira.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A distância física e geográfica dilui muito as amizades, no sentido de serem cultivadas, alimentadas e desenvolvidas. Se tiverem bases sólidas são certamente indestrutíveis! O que fortalece essas bases? A tranquilidade de nos sabermos humanos, impermanentes e com uma essência profundamente boa. Todos! Com o regresso ao contacto, a base de referência é sempre boa e, se for pouco atraente a condição actual de quem reencontramos face à nossa condição, venha a honestidade e lealdade clarificar um novo posicionamento. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quem como nós está na estrada, confronta-se frequentemente com culturas e modos de estar marcadamente diferentes daqueles que poderemos assumir que são as nossas referências.&lt;br/&gt;Naturalmente que o contexto individual, familiar, étnico, social e cultural determinam esta vivência das amizades. Estou certo que há em Portugal formas particulares de se estabelecerem amizades, de se cultivarem amizades e de se destruírem amizades. E é certo que a realidade Basca com que nos confrontamos, neste momento, diariamente, é marcadamente diferente.&lt;br/&gt;E detecto um certo paralelismo entre um estudo realizado em 2006 pelo American Sociological Review nos USA que retrata o declínio da amizade e a situação que se vive cada vez mais no mundo ocidental, inclusive Portugal:&lt;br/&gt;-	Os americanos estão a sofrer um declínio na quantidade e qualidade dos amigos chegados desde 1985. O estudo refere que 25% dos americanos não tem amigos confidentes, e o número total médio de confidentes por cidadão baixou de 4 para 2.&lt;br/&gt;-	A dependência dos americanos das suas famílias como rede de segurança subiu de 57% para 80%;&lt;br/&gt;-	A dependência dos americanos em relação ao seu parceiro(a) subiu de 5% para 9%;&lt;br/&gt;-	O estudo demonstrou uma ligação entre menor número de amizades (especialmente em qualidade) e regressões psicológicas e fisiológicas.&lt;br/&gt;Que andamos a fazer aos nossos amigos e às nossas amizades, uns aos outros?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estar na estrada, fora das nossas referências, potencia-nos fazer contactos humanos muito curtos no tempo, que nos têm muito encantados pela diferença e nutridos da paixão da descoberta. De parte a parte. Temos conhecido pessoas verdadeiramente extraordinárias. Seria de esperar que o pouco tempo que vamos estando com cada uma dificultaria a descontracção e confiança necessárias que acabam por mostrar quem realmente somos. Precisamente o oposto. Têm acontecido coisas verdadeiramente impressionantes e, em pouco tempo de contacto com algumas pessoas, as dimensões de humanidade que são partilhadas e o nível de profundidade a que se chega permitem-nos dizer que estamos a fazer verdadeiros amigos. As bases de referência são sólidas suficiente para que o afastar geográfico não aniquile esta semente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quem como nós está na estrada, tem saudades dos amigos que estão uns km´s mais para Oeste , mas cada km que faz em direcção a “Este” vai fazendo novos amigos cujas referencias de vida a todos permitirá sermos melhores pela partilha do que nos move.&lt;br/&gt;A mim move-me superar-me e desafiar os outros ao mesmo. Possa este texto contribuir para a nossa amizade, actual ou futura.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Todos temos de aprender a comunicar de uma forma muito eficaz para diferentes indivíduos e grupos, todos ouvintes ou leitores que interpretarão o que tivermos a dizer através de diferentes filtros – diferentes estruturas de consciência, diferentes mundividências, valores, identidades e moral. Uma comunicação eficaz irá testar-nos, expondo as nossas fraquezas e reforçando as nossas forças. Estou a aprender.&lt;br/&gt;Ao estar a escrever isto também estou a desafiar-me a ir mais longe na minha assunção da amizade, assumindo que nunca soube cultivar as amizades para além do contacto directo, olhos nos olhos. Com a distância que me separa dos que já são amigos essa abordagem fica impossibilitada. Estou assim com pés de barro para as cultivar e desenvolver. Quero então estar com os já amigos e os futuros amigos de outras formas, para nutrir e desenvolver essas amizades, em canal aberto pelo &lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/&quot;&gt;www.ocook.org&lt;/a&gt; e um pouco mais filtrado directamente pelo e-mail ou o skype.&lt;br/&gt;Esta “partilhação” serve também como um estímulo para dar um grande abraço a todos os amigos (Feminino e Masculino). E é através da comunicação que poderemos evitar o estagnar de amizades, alimentando um crescimento contínuo para formas mais profundas de partilha e comunhão. Senão, que andamos a fazer aos nossos amigos e às nossas amizades, uns aos outros?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Viva a amizade, Viva-se a amizade; Vivam os amigos, possamos todos viver em felicidade.&lt;br/&gt;Sigam o que vos alegra.&lt;br/&gt;</description>
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      <title>couscous, colheres e fatias</title>
      <link>http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/11/29_couscous,_colheres_e_fatias.html</link>
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      <pubDate>Sun, 29 Nov 2009 16:18:30 +0100</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/11/29_couscous,_colheres_e_fatias_files/blogus%2029112009%202.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/blogus%2029112009%202_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:255px; height:256px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Gastronomikamente falando, a cada dia que nos vamos alimentando surgem novas oportunidades de criar e dar asas à nossa imaginação. As condições são sempre diferentes e os recursos têm que ser muito bem geridos, desde matéria prima a engenhos para as manipular. Para tornar esta prática mais desafiante, juntam-se a estas condicionantes o binómio espaço-tempo. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Muitas vezes nos perguntamos se o prazer que retiramos das nossas confecções advém do facto de elas serem verdadeiramente saborosas ou se esta nossa sensação se fundamenta na questão de sermos nós a confecciona-la e/ou de já estarmos habituados a esta escala de sabores! &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vamos deixando algumas receitas, que nos parecem úteis pelo carácter prático que as caracteriza e que esperamos que vos deliciem tanto como a nós. &lt;br/&gt;Pode ser que sirva como teste, avisem-nos PF se o vosso paladar soar o alarme…. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;couscous* às colheres&lt;br/&gt;numa tarde em que se precisava de um instantâneo doce&lt;br/&gt;base de couscous rico + cobertura cremosa de cacau&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&gt; Base:&lt;br/&gt;Numa taça colocar um copo e meio de couscous integral, canela a gosto, uma pitadinha de sal, uma mão cheia de passas e a outra cheia de bagas de goji. &lt;br/&gt;Adicionar a água a ferver, de modo a tapar o couscous numa altura de cerca de um dedo acima do nível. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Aguardar 10 minutos, para que o couscous absorva bem a água e termine o seu processo de cozedura. &lt;br/&gt;Sem mexer, deitar por cima do couscous (em movimentos circulares) uma colher de sopa de um óleo (pode ser óleo de noz, de colza, azeite ou o que preferir. Atentar ao facto de que alguns óleos deixam o seu sabor particular influenciando o resultado final). &lt;br/&gt;Com um garfo, mexer cuidadosamente a mistura, de modo a que o óleo se distribua homogeneamente por todo o couscous. Juntar uma mão cheia de nozes partidas e a outra bem cheia (:) de troços de cacau, e voltar a misturar tudo muito bem.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&gt; Cobertura:&lt;br/&gt;Numa panelita, juntar os seguintes ingredientes a gosto e gulodice de cada um, mexendo até adquirir uma consistência ligeiramente cremosa.&lt;br/&gt;. cacau (em pó ou em barra para derreter)&lt;br/&gt;. geleia de trigo&lt;br/&gt;. essência de baunilha&lt;br/&gt;. água&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Servir a base em tacinhas individuais, colocando o molho delicioso sobre o couscous divinal.&lt;br/&gt;E desfrutar... &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;couscous* em fatias&lt;br/&gt;para sobremesa de uma refeição partilhada&lt;br/&gt;género de tarte de couscous, sem forno&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&gt; Para a base:&lt;br/&gt;. 2 copos de couscous integral&lt;br/&gt;. uma pitadinha de sal&lt;br/&gt;. uma mão cheia de passas&lt;br/&gt;. ~ 1 colher de chá de canela&lt;br/&gt;. ~ 150 grs de amêndoas (picadinhas ou em pó)&lt;br/&gt;. ~  2 colheres de sopa de geleia de arroz&lt;br/&gt;. ~ 1 colher de sopa de um óleo (pode ser óleo de noz, de colza, azeite ou o que preferir)&lt;br/&gt;. água a ferver&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Juntar todos os sólidos numa taça, verter a água a ferver, de modo a tapar o couscous numa altura de cerca de um dedo acima do nível. &lt;br/&gt;Aguardar 10 minutos para que o couscous absorva bem a água e termine o seu processo de cozedura. &lt;br/&gt;Sem mexer, deitar por cima do couscous (em movimentos circulares) a colher de sopa de óleo.&lt;br/&gt;Com um garfo, mexer cuidadosamente a mistura, de modo a que o óleo se distribua homogeneamente por todo o couscous. Juntar a geleia de arroz e continuar a mexer.&lt;br/&gt;A mistura deve ficar húmida e agregada de modo a que, com a ajuda do garfo, possa forrar a forma da tarte. O ideal é deixar esta misturar repousar na tarteira enquanto se prepara o recheio da tarte. Assim, a mistura vai secando e solidificando na forma em que nos permite cortar a tarte em fatias.&lt;br/&gt;Se preferirem, pode-se levar a tarteira ao forno para que a base fique crocante. Só é preciso ter forno… &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&gt; Recheio: &lt;br/&gt;. ~ 7 a 8 maças médias&lt;br/&gt;. ~ 1/2 lt de sumo de maçã&lt;br/&gt;. 1,5 colher de sopa de agar-agar*&lt;br/&gt;. ~ 1 colher de sopa de geleia de arroz&lt;br/&gt;. ~ 1 colher de chá de kuzu* &lt;br/&gt;. essência de baunilha&lt;br/&gt;. raspa de limão &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Colocar a ágar-ágar de molho cerca de 10 minutos numa pitada de sumo de maçã. &lt;br/&gt;Descascar e cortar as maçãs em gomos. &lt;br/&gt;Levar ao lume o sumo de maçã, as maçãs, a ágar-ágar demolhada e a geleia de arroz. &lt;br/&gt;Juntar a raspa de limão e umas gotas de essência de baunilha.&lt;br/&gt;Numa taça à parte, desfazer muito bem o kuzu em água (quanto menos água melhor), garantindo que não ficam pedacinhos por diluir. &lt;br/&gt;Quanto as maçãs já estiverem bem cozidas, utilizar a varinha mágica para liquefazer a mistura. Depois de bem batida, adicionar o kuzu. Voltar a levar ao lume e, por aproximadamente 8 minutos, ir mexendo lentamente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Deixar esfriar um pouco antes de deitar sobre a base.&lt;br/&gt;O recheio irá solidificando à medida que arrefece. Se for necessário que solidifique rápido, colocar no frigorífico. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;♥ Versão de São Martinho:&lt;br/&gt;. Substituir as amêndoas por castanhas cozinhas (iãmiii... :) e as maçãs por pêras. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;glossário&lt;br/&gt;* ágar-ágar - é´um preparado de algas marinhas, também conhecida como Kanten, em grande maioria da espécie Gelidium. A ágar-ágar é incolor, sem sabor, não contém calorias e após cozedura adquire uma textura gelatinosa. É uma boa fonte de cálcio e ferro, promove a digestão, ajuda a eliminação de elementos tóxicos e radioactivos do corpo. É ligeiramente laxante.&lt;br/&gt;Necessita de demolha de ~10 minutos e cozedura em líquido por ~7/8 minutos. Solidifica durante o processo de arrefecimento e, o estado sólido adquirido, mantém-se mais firme em comparação com as gelatinas comuns nas mesma condições de calor. &lt;br/&gt;Proporção mais comum: 1 colher de sopa para 1lt de líquido. &lt;br/&gt;* couscous - trigo partido, semi-cozido. Esta preparação do trigo apresenta já um elevado grau de refinação, o que faz com que aporte menos energia ‘combustível’. A opção de couscous integral, em detrimento do couscous branco, é uma versão menos processada e, por isso, mais nutritiva. &lt;br/&gt;* kuzu - extracto em pó de raiz de uma trepadeira selvagem (Pueria Lobata). Como características gastronómicas, ajuda a espessar molhos conferindo-lhes uma textura cremosa aveludada. Medicinalmente falando, o kuzu colabora fortemente em processos como o reforço do sistema imunitário, cicatrização de feridas internas, equilíbrio da flora intestinal e do PH do estômago.&lt;br/&gt;</description>
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      <title>Charter for Compassion</title>
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      <pubDate>Thu, 12 Nov 2009 22:33:04 +0100</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/11/12_Charter_for_Compassion_files/Picture%201.png&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/Picture%201.png&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:254px; height:152px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Damos a conhecer o Charter for Compassion, um documento criado para unir pessoas de diferentes religiões e códigos morais pelo reconhecimento dos nossos princípios partilhados de amor, compreensão e compaixão. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O Charter cresceu do desejo formulado por Karen Armstrong quando recebeu o TED Prize em 2008. Desde essa altura, mais de 150.000 pessoas de 180 países contribuíram com suas palavras, 18 proeminentes lideres religiosos deram-lhes um refinamento – e o mundo é agora convidado a afirmar, celebrar e discutir o documento final.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Podem ‘afirmar’ o Charter e obter mais informação em: &lt;a href=&quot;http://www.charterforcompassion.org/&quot;&gt;www.charterforcompassion.org&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Podem ver o vídeo da entrega do TED prize de 2008 em:&lt;br/&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ted.com/talks/karen_armstrong_makes_her_ted_prize_wish_the_charter_for_compassion.html&quot;&gt;http://www.ted.com/talks/karen_armstrong_makes_her_ted_prize_wish_the_charter_for_compassion.html&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;CHARTER FOR COMPASSION&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;The principle of compassion lies at the heart of all religious, ethical and spiritual traditions, calling us always to treat all others as we wish to be treated ourselves. Compassion impels us to work tirelessly to alleviate the suffering of our fellow creatures, to dethrone ourselves from the centre of our world and put another there, and to honor the inviolable sanctity of every single human being, treating everybody, without exception, with absolute justice, equity and respect.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;It is also necessary in both public and private life to refrain consistently and empathically from inflicting pain. To act or speak violently out of spite, chauvinism or self-interest, to impoverish, exploit or deny basic rights to anybody, and to incite hatred by denigrating others — even our enemies — is a denial of our common humanity. We acknowledge that we have failed to live compassionately and that some have even increased the sum of human misery in the name of religion.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;We therefore call upon all men and women ~ to restore compassion to the centre of morality and religion ~ to return to the ancient principle that any interpretation of scripture that breeds violence, hatred or disdain is illegitimate ~ to ensure that youth are given accurate and respectful information about other traditions, religions and cultures ~ to encourage a positive appreciation of cultural and religious diversity ~ to cultivate an informed empathy with the suffering of all human beings, even those regarded as enemies.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;We urgently need to make compassion a clear, luminous and dynamic force in our polarized world. Rooted in a principled determination to transcend selfishness, compassion can break down political, dogmatic, ideological and religious boundaries. Born of our deep interdependence, compassion is essential to human relationships and to a fulfilled humanity. It is the path to enlightenment, and indispensable to the creation of a just economy and a peaceful global community.&lt;br/&gt;</description>
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      <title>rever a la gente</title>
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      <pubDate>Thu, 12 Nov 2009 18:13:15 +0100</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/11/12_rever_a_la_gente_files/friends%2031102009%201.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/friends%2031102009%201.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:256px; height:160px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;El invierno pasado he sido duro. De lo que guardo de memoria, creo que fue el más duro (interna e externamente) y, aun que esto tenga su lado negativo, reconozco que su significado es un privilegio. &lt;br/&gt;Estoy conciente del valor de haber podido acceder a diversas puentes de luz y de la importancia de la disponibilidad que ha sido generada, mantenida y estimulada en diversos momentos: de mi para los demás, de los demás para conmigo. &lt;br/&gt;Como etapa de un camino que sigue, se ha puntuado de personas únicas y momentos singulares, por los cuales estoy grata y que me acompañaran por estas y otras fases siguientes. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;De vuelta al palco geográfico en lo que vivimos el Invierno pasado, aprovechamos la oportunidad para rever sitios y gentes, repasando momentos de unión y compartiendo nuevas aventuras por todos vividas. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Volvemos a estar con Egoitz, Ane y Ohri: los tres compañeros que nos acogieran en Lekunberri, con quien hemos vivido significativos momentos de partilla. Sabemos que con ellos dejamos muchas semillas de lo que somos, algunas visibles, otras invisibles. Entre las visibles, danos especial gusto compartir el planeamiento y construcción del jardín y huerto de su casa – permaculturamente estructurado, y la imagen grafica creada para Egoitz; ambos incentivos para que puedan estar más activos en un estilo de vida que hace mucho desean. &lt;br/&gt;Reencontramos también sus familiares, que nos recibieran como familia de la cual fuimos haciendo parte, con quien fuimos interactuando en distintos momentos:&lt;br/&gt;&gt; aprendiendo y colaborando con la incansable fuente de energía que Martin magistralmente dedica a su labor: la arte de transformar la madera;&lt;br/&gt;&gt; conviviendo en deliciosas celebraciones, rellenas de tesoros como los chipirones de Puri y de los inagotables mimos de Mari José, animadas de la tan especial energía de Manes y Kattalin y conociendo tesoros bascos pelas experiencias de Leire, Mikel, Teresina e Aitor, …&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A través de las partillas que de ellos fuimos recibiendo, hemos conocido otros lugares y otras personas, con quien aún hoy desfrutamos de enriquecedores momentos de crecimiento mutuo. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;El País Basco, pequeño en su dimensión geográfica, nos tiene acogido preciosamente, galacticamiente nos regalando perlas preciosas. A través de unos y otros, por cada uno de los estímulos que recibimos, un enorme eskerrik asko. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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      <title>Chi-Kung: &#13;A arte de movimentar energia, parado (!)  ou quasi...</title>
      <link>http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/11/11_Chi-Kung%3A_A_arte_de_movimentar_energia,_parado_%28%21%29__ou_quasi....html</link>
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      <pubDate>Wed, 11 Nov 2009 21:30:38 +0100</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/11/11_Chi-Kung%3A_A_arte_de_movimentar_energia,_parado_%28%21%29__ou_quasi..._files/chi%2025102009%202.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/chi%2025102009%202_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:254px; height:406px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Como é bom encontrar um amigo e com ele partilhar momentos de comunhão quando ambos se encontram fora do seu território conhecido.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Num fim-de-semana recente, deu-se a oportunidade de nos encontramos, nós e o Lourenço, num mesmo pueblo do país Basco profundo. Ele lá ia para mais uma vez dar um workshop de Chi-Kung a um conjunto de esforçados e tenazes bascos que, desde o primeiro fim-de-semana de curso, têm evoluído de forma fantástica na consciência do seu corpo, na postura adequada, no prolongar de posturas outrora difíceis, entusiasmados por aprender uma nova sequência de movimentos e sentirem essa energia, que cada vez mais pessoas sabem existir para lá de uma mera percepção intelectual assumida a partir de um qualquer livro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nós recebemos um convite para participar no workshop e lá fomos. Um nas posturas e outro nas fotos. Não temos prática regular e disciplinada desta milenar técnica de harmonizar e fazer fluir o Chi no nosso corpo, desenferrujando juntas e articulações e reforçando músculos, sobretudo interiores, dos que estão mais juntinhos aos ossos. Mas é sempre um belo desafio. E foi.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com o aquecimento inicial aí vieram os calores, qual chaleira que estava fria e num titá se vê fervendo. As sensações que um tão singelo aquecimento desencadeiam são tão plenas de energia que a técnica do Chi-Kung para muitos poderia ficar-se por aí.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu pelo menos, dados os climas menos habituais e mais invernais em que nos encontramos, já a estas práticas tenho recorrido para impulsionar o fluir de energia neste montito de ossos. Senão congelo...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas muitas mais técnicas foram harmoniosamente e quase esculturalmente apresentadas pelo Lourenço. Quando se vive com intenção uma determinada prática, como tão natural, simples e fácil tudo nos parece. Com o Lourenço é assim. Com todos os outros nem tanto. Mas também para isso ele lá estava. Corrigindo, explicando, repetindo. O Chi-Kung não é um processo intelectual. É para Fazer com o corpo, e Sentir.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Praticámos as Oito Peças do Brocado, diferentes posturas, práticas de ‘espelho’ com parejas variadas, etc.&lt;br/&gt;Mas... o que é que vocês fazem? Passam o tempo parados!...Lá nos contava o Lourenço os comentários de alunos iniciados seus. E assim realmente parece. O movimento é muito suave, delicado e comedido, mas pleno de intensidade e intenção. Experimentem!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quem se entusiasmar com o que o Chi-Kung lhe pode despertar pode procurar mais informação no site do Lourenço em &lt;a href=&quot;http://www.devagar.org/&quot;&gt;www.devagar.org&lt;/a&gt;. Se estiverem interessados em práticas regulares também aí encontrarão referências.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sigam o que Vos alegra.&lt;br/&gt;May all beings live in happiness.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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      <title>vi-passana, em bullets femininos</title>
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      <pubDate>Fri, 6 Nov 2009 18:08:27 +0100</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/11/6_vi-passana,_em_bullets_femininos_files/vi-passana%2027092009%201_pp.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/vi-passana%2027092009%201_pp_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:336px; height:255px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Rapidamente, defino o Vipassana como uma técnica de meditação generosamente poderosa, através da qual fortalecemos a nossa capacidade de auto-conhecimento para uma mais ágil libertação das amarras a que automática e frequentemente nos atamos.&lt;br/&gt;É um ‘caminho do Buda’, que me permite conhecer melhor a estrada do ‘caminho do Yogui’:&lt;br/&gt;Conhecer para criar. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;o caminho do buda&lt;br/&gt;A expressão ‘o caminho do Buda’ caracteriza um processo através do qual nos tornamos mais conscientes que quem realmente somos e onde verdadeiramente nos encontramos. Vejo este processo como o primeiro nível num caminho de evolução, como uma base essencial para a criação/re-criação de novos paradigmas. Como podemos criar algo se não sabemos ao certo de que matéria-prima dispomos?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;para um problema universal ...&lt;br/&gt;Todos desejamos ver-nos livres de sofrimento. &lt;br/&gt;Seguindo a lógica da questão anterior, será possível uma erradicação definitiva (sem recorrer às momentâneas e frequentes distracções) de qualquer sofrimento, sem que conheçamos a sua fonte? &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;... uma técnica Universal:&lt;br/&gt;A técnica de meditação Vipassana propõe-se como uma estrondosa ferramenta de reconhecimento das reais causas do sofrimento, via experiência directa, convertendo qualquer verdade conhecida em verdade experienciada, sentida e imbuída em todas as células do corpo. &lt;br/&gt;na prática: &lt;br/&gt;os cursos são de livre acesso, sem PVP;&lt;br/&gt;a técnica não requer qualquer habilidade excepcional, ou condição específica – bastará estar vivo e bem-intencionado. &lt;br/&gt;na teoria:&lt;br/&gt;toda a técnica está assente na Verdade Universal da impermanência – da constante mudança de todo e qualquer fenómeno – e, por esta razão, é transversal a qualquer sistema de crenças e ‘compatível’ com quaisquer dogmas, religião, ... &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Torna-se linear e inquestionável a compreensão de que é exclusivamente interna qualquer causa de sofrimento, que depende exclusivamente da nossa interpretação sensorial. Com serenidade e independência, aprendendo a observar as coisas tal e como são. Sem mais.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Umas e outras&lt;br/&gt;São inúmeras as técnicas meditativas hoje disponíveis e publicitadas, muitas com o exclusivo intuito final de acalmar a mente e/ou de experienciar momentos de relaxamento e prazer. &lt;br/&gt;O objectivo final da técnica do Vipassana é o crescimento, a evolução humana e auto-aperfeiçoamento: &lt;br/&gt;acalmando e fortalecendo a mente (como caminho e não como meta), &lt;br/&gt;conectando-nos à Realidade como ela é, &lt;br/&gt;de uma forma totalmente independente e autónoma. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fazendo uso de uma indissociável relação mente-corpo, permite-nos identificar e superar identificação que nos aprisiona ao mundo dual, alimentada pelos vícios sensoriais de apego e aversão. Assim, neste processo de maior consciência, proporciona a eliminação das reais causas de infelicidade: desejo, aversão e ignorância.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Plataforma de crescimento&lt;br/&gt;O Vipassana apresenta-nos a meditação como processo evolutivo, somando técnicas de auto-observação e auto-aperfeiçoamento; trilha-se um caminho rumo uma maior consciência, clarividência e liberdade para criar. Um ‘caminho do Buda’, que conduz à ao ‘caminho do Yogui’. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É um processo gradual de aprendizagem, não intelectualmente e sim biologicamente, de desligar do automático processo de reacção. De deixar de reagir inconscientemente a qualquer situação que se nos apresente (boa ou má), mantendo-nos participantes-presentes mas simultaneamente desapegados às sensações que elas provocam. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Prática consciente &lt;br/&gt;É um caminho de autodisciplina, de prática frequente, diligente e inteligente; e, para que os resultados sejam sólidos e cada vez mais frutíferos, é aconselhado ter em conta estes cinco ingredientes: esforço sincero, confiança, sinceridade, saúde e sabedoria.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estes cinco ingredientes, juntamente com uma conduta correcta, conduzem-nos a uma prática aplicação da técnica em benefício plural: contaminamos o ambiente que nos rodeia com a energia que emanamos, cada vez mais limpa, mais leve, mais ascendente. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cuidando de nós, ajudamos os outros. &lt;br/&gt;Let’s spread the good vibes... :)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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      <title>uma dieta de fome para a mente </title>
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      <pubDate>Fri, 6 Nov 2009 11:21:36 +0100</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/11/6_uma_dieta_de_fome_para_a_mente__files/medit%20uindi.png&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/medit%20uindi.png&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:255px; height:255px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Vipassana - o caminho de buda&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nalguns momentos das nossas vidas procuramos serenar, tranquilizar-nos. Por vezes, quase sempre, esse desejo manifesta-se a um nível físico. O nosso corpo é mais sensível às provações a que o submetemos e, nos ciclos diários das nossas vidas, é frequente ele manifestar-se com ‘falta de força’, dores localizadas ou gerais. superficiais ou profundas, falta de ânimo, cansaço, etc. O acto reparador é normalmente o dormir. &lt;br/&gt;Mas muitas vezes isso só não chega. À medida que vamos passando pelos anos, é de tal forma presente, intenso e galopante o rol de pensamentos que nos assaltam a mente que, querermos ‘desligá-la’ é um desejo ainda mais ansiado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Há quem estabeleça uma escala de quatro necessidades humana dificeis ou impossíveis de abdicarmos.&lt;br/&gt;Alimentos – Conseguimos abdicar de comer durante algumas horas, dias, e alguns poucos, mesmo meses ou anos.&lt;br/&gt;Oxigénio – Conseguimos abdicar de respirar durante alguns segundos ou mesmo minutos. Mas vejam como a escala se reduziu drasticamente.&lt;br/&gt;Pensamentos – Alguns afirmam poder não ter pensamentos durante lapsos de tempo, mas num estado “acordado” é quase impossível.&lt;br/&gt;Sensações – Alguém consegue abdicar destas? mesmo numa câmara de privação sensorial, carregada de sais de epsom há sempre um nível de cognição súbtil.&lt;br/&gt;Se os dois primeiros, alimento e oxigénio são o combustível do nosso corpo, pensamentos e sensações são o combustível da nossa mente. E esta dificilmente pára!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas se não queres estar na mente, então o que fazer? Vai para o teu corpo.&lt;br/&gt;Somos seres sensíveis e alimentamo-nos de sensações. Todos os acontecimentos a que nos sujeitamos, de qualquer índole, produzem sensações. Estas são por nós percepcionadas e atribuímos-lhes significados de ‘boas’ ou ‘más’, ‘gosto’ ou ‘não gosto’. As primeiras passamos a desejar e as últimas a repudiar. Vivemos um jogo permanente de desejo e busca de sensações ‘boas’ e de resistência, aversão ou fuga das ‘más’.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Esta actuação retira-nos sistematicamente do momento presente. O Agora! Seja porque recordamos as boas sensações que determinadas experiências nos trouxeram – ligamos ao passado – ou sonhamos com as boas sensações que determinadas experiências nos poderão trazer – ligamos ao futuro. Estando presentes no momento do agora, quem nunca sentiu que estando a viver boas sensações não quer que estas terminem e as estando a sentir como más, quer que acabem, quer resistir ou fugir. &lt;br/&gt;Todas estas situações acabam por produzir tristeza - pelo passado que já não temos; ou ansiedade - pelo futuro que nunca mais chega; ou tensão - para que o agora passe depressa ou se torne eterno. Este estado de Ser conduz-nos à tristeza e ao sofrimento. São estados crescentes, limitantes, agoniantes de tensão e reflectem-se nas nossas vidas ao nível físico, mental, emocional e espiritual. Além de que é contagiante. A nossa agitação, tristeza e sofrimento passamo-las aos outros. E comportamento gera comportamento!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas não tem de ser assim! Podemos assumir o comando das nossas mentes (que se alimentam destes pensamentos e sensações), ao nível do consciente e do inconsciente. Há inúmeras técnicas para este efeito.&lt;br/&gt;Uma que recomendamos vivamente é a da meditação Vipassana.&lt;br/&gt;Fazemo-lo porque é uma técnica extraordinária, universal, não sectária, sem mecanismos, gadgets, códigos, procedimentos complicados, onde estamos totalmente dependentes, única e exclusivamente, de nós mesmos. É uma técnica que nos ensina o caminho do buda, um caminho para cessarmos com o sofrimento das nossas vidas. Não é uma abordagem tipo antibiótico! Tomar 8 dias e já está. Não mais sofrimento! Não. É uma técnica que é necessário aplicar regularmente, adequadamente, sem a ter como uma rotina, mas sim como um ritual. Temos toda uma Vida para o fazer, embora a nossa vida não tenha de se circunscrever ao Vipassana que, nessa perspectiva, é o caminho dos monges. A não ser que assim se queira. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fizemos recentemente um retiro Vipassana de 10 dias. Segregação de géneros, Nobre Silêncio, horário disciplinado com ínicio às 04:00 da manhã e término às 21:30 da noite. Mais de 10 horas de meditação diárias!&lt;br/&gt;Uma dieta de fome para a mente! Fantástico. O processo é diferente para cada um, porque todos somos diferentes, com vidas experiências e passados distintos. Todavia, algo temos todos em comum. A plena capacidade de podermos ser felizes.&lt;br/&gt;Nesta aprendizagem, somos levados ao “colo” num processo muito sereno mas exigente, abdicando do ego, expandindo o nível de tolerância, tratados com as melhores condições face ao contexto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os cursos Vipassana são gratuitos em todos os locais do Mundo onde sejam ministrados, independentemente do nível de vida do país onde se realiza ou da pessoa que vai ao curso. Não há qualquer obrigatoriedade de pagamento, seja o alojamento, a alimentação ou a tutoria e orientação individuais a que podemos aceder. Mas a valorização que cada um faz dos resultados que alcança no final do 10º dia, e que pode manter e desenvolver em contínuo, pode reflectir-se num donativo – em dinheiro ou trabalho voluntário – para a Fundação Vipassana. Foi porque outras pessoas o fizeram que pudemos nós participar, muito bem acolhidos, tratados e imersos em nós mesmos. Recomendamos a todos.&lt;br/&gt;Podem obter informações sobre o Vipassana em &lt;a href=&quot;http://www.dhamma.org/&quot;&gt;http://www.dhamma.org&lt;/a&gt;. Se se entusiasmarem podem de imediato inscrever-se num curso. Há cursos regulares em Espanha e por vezes em Portugal. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vivamos a Realidade como ela é. Agora. E sintamo-la.&lt;br/&gt;May all beings live in happiness.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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      <title>connecting peoples</title>
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      <pubDate>Mon, 19 Oct 2009 15:58:58 +0200</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/10/19_connecting_peoples_files/palabras%2029082009%201.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/palabras%2029082009%201_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:254px; height:255px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Amigos,&lt;br/&gt;Estamos vivos, e novamente conectados. &lt;br/&gt;Estivemos totalmente offline por um intenso período de 10 dias, voltando agora ao contacto com o mundo dos estímulos. Escrevemos-vos antes do desligar mas, por questões técnicas de código 'CE_Caretice de Espanhol#005', não conseguimos fazer as actualizações desejadas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assim, surgem agora no nosso partilhómetro actualizações já desactualizadas: dois posts, datados de 07 e 08 de Outubro. Com eles queremos partilhar convosco o que andámos a fazer nos últimos tempos, re-estabelecendo um contacto que desejamos que seja biunívoco. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por aqui o Inverno já dá os ares de sua graça, conseguindo que hoje acordássemos com a módica temperatura de -4,5º (leia-se: menos quatro vírgula cinco). Haja bolinhas.... :) &lt;br/&gt;Pelas próximas semanas continuaremos pelo Norte de Espanha, transitaremos depois para o País Basco e de lá, apontaremos um novo rumo que andamos a cozinhar: novas propostas, novos estímulos, desafios recém-chegados.&lt;br/&gt;Lá vos contaremos, essas e outras coisas. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ósculos e amplexos, do aqui e do agora,&lt;br/&gt;is + ze&lt;br/&gt;</description>
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      <title>germinando</title>
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      <pubDate>Mon, 19 Oct 2009 10:30:37 +0200</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/10/19_germinando_files/germ%2009092009%202.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/germ%2009092009%202.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:254px; height:159px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Dueñas, 08 Out 2009 &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Toda a fonte de vida integral apresenta em si o poder e potencial de germinação. É um processo faseado, em cada etapa revestido de particulares características de revelação da Vida, cada fonte exprimindo-a na sua linguagem. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nós, depois de um período de demolha, entramos na fase preparatória para arranque dos brotes. É uma fase que carece de acompanhamento do ritmo de crescimento, estimulado por ‘regas’ frequentes e níveis de exposição de luz:; não esqueçamos a temperatura, o mínimo calor que assegura que estamos em desenvolvimento e não em hibernação.&lt;br/&gt;Isto significa que voltámos à estrada, com um mês desenhado para recebermos específicos estímulos para novas etapas de crescimento. Estaremos inicialmente em ambiente controlado, como numa estufa, e já estamos curiosos para identificar os reflexos desta aprendizagem: Vipassana, en tierras vecinas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No entretanto, deixamo-vos umas dicas de um (entre muitos) processo simples de germinação de sementes e grãos, um extraordinário método para enriquecimento de qualquer refeição! &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Material necessário: &lt;br/&gt;&gt; frasco de vidro; &lt;br/&gt;&gt; elástico; &lt;br/&gt;&gt; um rectângulo de tecido de algodão de trama não muito densa (tipo tule) de tamanho suficiente para cobrir a boca do jarro e ser envolvido pelo elástico; &lt;br/&gt;&gt; sementes ou grãos a germinar; &lt;br/&gt;&gt; água.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cada tipo de semente ou grão a germinar terá as suas particularidades, em variáveis como: tempo de demolha, volume de crescimento; frequência de rega e exposição solar. Existem várias tabelas para referenciação, esta é bastante vasta: &lt;a href=&quot;http://www.btinternet.com/%257Ebury_rd/index.htm&quot;&gt;http://www.btinternet.com/~bury_rd/sprout.htm&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Com a prática, é relativamente simples assimilar as diferenças. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Procedimento:&lt;br/&gt;&gt; Colocar as sementes ou grãos no jarro e cobrir com água. Para primeira experiência, e como referência, considerar colocar não mais de duas colheres de sopa num frasco de aprox. 500gr. &lt;br/&gt;Como tempo médio de demolha podemos considerar umas 8 horas. No entanto, reforçamos que é importante adequar em concordância com o tipo de semente ou grão.&lt;br/&gt;&gt; Decorrido o tempo de demolha, lavar as sementes ou grãos em água corrente, idealmente com o uso de um escorredor. Quando bem escorridas, voltar a colocar no frasco.&lt;br/&gt;&gt; Tapar o frasco com o rectângulo de algodão, vedando-o com o elástico.&lt;br/&gt;&gt; Colocar o frasco com a boca para baixo, numa inclinação próxima aos 45º, garantindo que a boca ventile. Um escorredor de pratos pode ser a solução perfeita. Ideal que apanhe luz mas não sol directo para que as sementes não sequem demasiado.&lt;br/&gt;&gt; Passar as sementes ou grãos por água corrente uma a duas vezes por dia até que os rebentos tenham atingido o grau desejado.  &lt;br/&gt;&gt; A partir deste momento, para abrandar o processo de germinação, passar a guardar o frasco no frigorífico. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Precauções: &lt;br/&gt;&gt; Confirmar que os cereais são integrais, caso contrário não germinarão; &lt;br/&gt;&gt; Assegurar que o frasco está bem lavado;&lt;br/&gt;&gt; Ajustar os tempos de demolha e ‘rega’ de acordo com as condições climáticas:  mais calor = menos tempo de demolha e maior frequência de ‘rega’.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Exemplos: &lt;br/&gt;&gt; Sementes: alfafa, alho francês, cebolinho; &lt;br/&gt;&gt; Grãos - Cereais: quinoa, trigo sarraceno, cevada;&lt;br/&gt;Para germinar Grãos - Leguminosas, como os feijões e o grão-de-bico, usam-se outros procedimentos. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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      <title>estar de molho</title>
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      <pubDate>Mon, 19 Oct 2009 08:27:12 +0200</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/10/19_estar_de_molho_files/molho%2014082009%201.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/molho%2014082009%201.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:254px; height:159px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Telões, 07 Out 2009&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Desde que iniciámos esta jornada nómada que vos contámos de que não nos afastaríamos de Portugal sem a garantia de soltar umas últimas amarras.&lt;br/&gt;Pois bem, desde o início da Primavera decidimo-nos colocar mãos à obra nestas diligências e regressámos a Portugal, a caminho da demolha final.&lt;br/&gt;Estabelecemo-nos no nosso ninho fixo (tão carinhosamente cuidado e atendido pelo Tó, pela Marta e pelo Rodrigo) que nos suportou durante todo o processo a seguir descrito.&lt;br/&gt;A principal amarra demorou a soltar, mas quando o fizemos, foi com enorme satisfação que passámos testemunho ao nosso grande amigo JMS. E isto só aconteceu quase no Verão. Já o sabemos feliz num espaço que agora é o seu. Desfruta!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Aproveitámos também para fazer um conjunto de melhorias na nossa James Cook:&lt;br/&gt;- Uns estofos para os bancos feitos com muito carinho e profissionalismo pelo Sr. Vítor e pela Dª Graça. Que beleza de pessoas;&lt;br/&gt;- Um futon em materiais naturais feito pela linda Maria José, uma ‘anja’ em pessoa;&lt;br/&gt;- Um sistema de acesso wireless à net. Tecnologia muito avançada e fantasticamente demonstrada e implementada pelo Oitáven. Um grande amigo com muita paixão pela aventura. Boas curvas com a GS. Ai que saudades...&lt;br/&gt;- Um inovador sistema anti-congelamento de água feito preciosamente pelo grande Roscas. Uma mistura de três mecanismos de temporização/controlo: um eléctrico, um térmico e um temporal. Pode parecer complicado, mas ao fim de tanto bolarmos ideia, chegou-se a esta simples solução que evita termos de acordar de três em três horas em noites de temperaturas negativas. Brrrrr!!!&lt;br/&gt;- Um sem número de outras melhorias menos impactantes, mas muito dedicadas e feitas por nós.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A todos um muito obrigado. Bem hajam pelo vossa entrega.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para além das melhorias da James Cook, procurámos melhorar-nos também a nós. E isso fizemo-lo com estes e muitos outros amigos. Um carinho muito especial para o Laurent e para a Helena. Temos tão pouco tempo de convivência mas tão rica e profunda a partilha que iniciámos. &lt;br/&gt;Tentámos estar com tantos amigos quanto nos foi possível. Aos que não conseguimos chegar, em tempo ou qualidade, as nossas desculpas.&lt;br/&gt;Também a pensar um pouco em todos vós procurámos melhorar as forma como vocês vêem o que nós vemos. Através das fotos que vamos colocando online, com um dedinho e um olhinho de mestria da Isabel, aprimorados recentemente numa formação intensa em plingrafia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O nosso verão começou a sério quinze dias antes de partirmos. O ‘nosso’ lindo paraíso a presentear-nos com o verão de Setembro. Foram poucas tardes de praia, mas deliciosas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se até Setembro estivemos literalmente de molho, as águas do mar serviram para nos ‘lavarmos’ de tanta demolha, e prepararmos o regresso à estrada. Já não o iremos fazer só como dois indivíduos com um conjunto de objectivos mais ou menos entendíveis.&lt;br/&gt;Partimos agora também como associação oneness cook, com um propósito específico, a saber:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A associação oneness cook tem como fim promover o estudo, investigação, análise, reflexão e debate de ancestrais e contemporâneas realidades humanas, de cariz espiritual, ideológico, comportamental, cultural e social; numa perspectiva interdependente, unificante, inclusiva e integral; num espírito de coerência e comunhão aos padrões da Natureza, propondo meios, saberes e referenciais alternativos, que se constituam como bases para mudanças significativas no fazer, ser e saberes humanos, em qualquer escala e em qualquer lugar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Já não somos só dois. Somos onze, por agora, os que se identificaram com esta Missão e que acreditam poder haver benefícios por se dar energia a este processo em que nos encontramos. Deu muito trabalho a criação da associação nos moldes em que está a funcionar, mas entendemos que valeu mesmo a pena. Obrigado à Isabel, à Carlota, à Raquel, à Tânia, à Sofia, ao Roscas, ao JMS, ao Henrique e ao Zé Maria. Outros virão...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Num post mais avançado falaremos com mais detalhe desta associação. E esperamos que brevemente nos seja possível apresentar-vos uma plataforma de comunicação que espelhe claramente esta nova realidade. As ideias continuam aos pulos, pouco a pouco e estruturadamente iremos passando-as para fora. Para que todos delas possamos usufruir :)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agora, seguimos para germinação...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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      <title>a cidade, a música e o silêncio</title>
      <link>http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/7/22_in_the_city.html</link>
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      <pubDate>Wed, 22 Jul 2009 23:38:56 +0200</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/7/22_in_the_city_files/montras%2022072009%207.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/montras%2022072009%207.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:254px; height:159px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Depois de um belo tempo afastada do buliço, que para mim foi sendo um afastamento gradual, descubro que doses muito elevadas de cidade me perturbam. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Adoro passear em ruas cheias de gente bonita, distraída por montras e edifícios com estilo; desfrutar de praças arejadas com deliciosas esplanadas; observar as gentes e o sublinhar das diferenças entre cada um, imaginar-lhe mil histórias e personagens e outras vidas; desencantar confluências afuniladas que desembocam em jardins animados; denotar no meio do buliço um especial anónimo, porque nos dá ou nos pede um olhar, um sorriso, uma ligação; receber os sorrisos das crianças tão alerta ao que lhes rodeia, com aquela energia fresca e vívida, enquanto puxadas pelos apressados graúdos que as acompanham; ...  &lt;br/&gt;Mas... depois disto quero voltar para o ninho. Para onde o silêncio é bom de ouvir - porque existe!; onde há ar que se respira, fresquinho; onde há espaço e tempo para desligar. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Na cidade o tempo é outro. Os relógios andam mais rápido, e os senhores cinzentos roubaram o tempo que o tempo tinha. Anda-se cada vez mais depressa, tem-se cada vez menos tempo. Entre tanto estímulo, tanta atenção solicitada, como é difícil desconectar para Conectar. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cada vez mais me deparo com mais gente com medo de desligar. Inconscientemente alimentando (literal e simbolicamente) este ciclo frenético, fugindo de encontrar qualquer razão para esta escolha, numa velocidade que não permita uma brecha para que se coloquem em causa. &lt;br/&gt;E, simultaneamente, vou ouvindo pessoas com vontade de parar. Não necessariamente recusando um x em detrimento de um y, mas buscando um equilíbrio que lhes permita um suficiente distanciamento para avaliar o que o x e o y lhe podem aportar de bom. E escolher serenamente. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A cidade segue oferecendo miles de coisas boas. Mas resulta-me que neste momento valorizo mais as coisas boas que aqui não consigo encontrar. Sinto falta de não ser mais uma, nesta ausência de personalização em que cada um em si mesmo se torna transparente. Como é fácil nos sentirmos isolados e sozinhos no meio de tanta confusão. Somos só mais um... &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Como é difícil encontrar silêncio e serenidade junto deste frenético e perpétuo movimento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pois eu vos conto que recorri a truques: momentos de relaxamento num parque ao sair do frenesim dos transportes; escolher a loja mais catita para me tornar frequente, entabular conversas e passar a ouvir “hola Isabel!” quando chego; aprender a jogar petanca com os mayores no parque; dar tempo para ouvir os outros, amável e generosamente; enfim... nada de anormal mas que nem sempre é fácil conciliar com quem vive nesta lufa-lufa aditiva. &lt;br/&gt;Ah, e o truque básico de comprar tampões para os ouvidos, nesta busca um pouco menos de ruído por favor!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E como a flexibilidade e capacidade de adaptação face a contextos diferentes dita a manutenção da nossa saúde (em qualquer quadrante), é importante saber encontrar os pontos de equilíbrio entre o que nos nutre e o que nos suga. Conseguem identificar esses pessoais momentos de equilíbrio no vosso quotidiano? &lt;br/&gt;A música para mim é um ponto de conforto universal. É como uma referência que facilmente nos acompanha para qualquer lado, ou nos faz uma surpresa porque nos espera num determinado lugar. E fecho os olhos e sinto-me embalada. &lt;br/&gt;♬&lt;br/&gt;É outra coisa boa da cidade. É que nos oferece eventos gratuitos – como concertos de música, dos quais tenho tentado desfrutar sempre que posso. Chamar-lhes momentos de comunhão, de toque do Divino, de presença íntegra, ... Para mim, para além disso, é um sentir-me aninhada. E isso sabe-me tão bem! &lt;br/&gt;♫&lt;br/&gt;Estou quase quase de volta. :)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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      <title>mientras esperas</title>
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      <pubDate>Tue, 7 Jul 2009 23:02:24 +0200</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/7/7_mientras_esperas_files/mientras07072009%202.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/mientras07072009%202.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:254px; height:159px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Trocamo-nos as voltas. Acordamos um dia alinhados na resolução de uma amarra pendente. Ajustamos o rumo e fizemo-nos à estrada. Decididos e empenhados, após novos esforços e alvos, acolhemos a re-solução proposta com a alegria do alivio e conforto de se apresentou em corpo de amigo. Ainda que sabendo que passaria apenas a ser uma amarra mais leve, estamos seguros da leveza final que ela encerra.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Destas trocas nasceram mais certezas. Deste período, em que se aproveitam confortos de outros tempos para desafios aqui/assim adequados, confrontámo-nos com desejos mais concretos, mais sólidos e que sublinham vontades mais altas. &lt;br/&gt;Estrutura. Partilha.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E pelo caminho vamos aprendendo os compassos do tempo de espera: &lt;br/&gt;. aprendendo que há esperas que se podem encurtar, com o engenho da disponibilidade, vontade e capacidade de resolução;&lt;br/&gt;. aprendendo que há esperas que não se devem encurtar, fazendo uso da arte da paciência, da delicadeza e da ponderação; e,&lt;br/&gt;. aprendendo que há esperas que afinal deixam de o ser, trazendo com elas o que as catapulta para passarem a ser – também ou sobretudo – momentos de oportunidade: nascidos de dentro, ou achados lá fora.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nem sempre é fácil distingui-los. Acertar na interpretação, aceitar um compasso que nos embala ou nos abana... que nos preenche, nos enche ou nos esvazia. Porque entre os três, nenhum me parece mais importante. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E durante/depois da espera, ele há engenhos e maneiras de concretizar...&lt;br/&gt;Sabedoria, vem no dia-a-dia. &lt;br/&gt;Compasso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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      <title>home</title>
      <link>http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/6/5_home.html</link>
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      <pubDate>Fri, 5 Jun 2009 11:24:18 +0200</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/6/5_home_files/Picture%204.png&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/Picture%204.png&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:441px; height:149px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;A não perder: Home, de Yann Arthus-Bertrand  na RTP2 hoje, pelas 20h28;  na RTP1, dia 07/06, pelas 01h00; e, até 14 de Junho, a qualquer hora, aqui:  &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/homeproject&quot;&gt;http://www.youtube.com/homeproject&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não dá para fechar mais os olhos. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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      <title>bubamara's rhythm</title>
      <link>http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/5/18_bubamaras_rithm.html</link>
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      <pubDate>Mon, 18 May 2009 19:48:46 +0200</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/5/18_bubamaras_rithm_files/o_img16112008%201.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/o_img16112008%201.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:254px; height:159px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;A minha maior fragilidade - falando em saúde física - foi desde sempre a famosíssima asma. Recebi-a de pequena, conhecendo demasiado bem as limitações que me impuseram num ritmo que não era o que eu desejava. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Como na maioria dos casos, com “a mudança de idade” (uma expressão da mamãe) as crises diminuíram para um cenário de aparições raras, caseira mas bombasticamente controladas (é verdadeiramente uma bomba, o ventilan...).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E como noutros casos da família, a asma voltou a reaparecer, interligada com o cansaço e excesso de trabalho (físicos ou emocionais). Algures ali atrás entre os últimos dois anos, forçadamente me recordei do embalo das noites mal dormidas. E aí começou uma profunda investigação pelos porquês, pela origem, pelas soluções alternativas – interessada na resolução das causas mais que dos sintomas.  &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tem sido muito gratificante perceber o grau de liberdade que poderei construir ao afastar-me dos domínios desta enfermidade, e gigantescamente desafiante descobrir como o fazer. É um desafio que se tem revestido de diversas ferramentas, que se apresentam e se vão adequando em momentos e fases diferentes. Resultam para mim enquanto meu processo de cura, que um dia me encorajarei a partilhar. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tudo isto para partilhar o meu contentamento com a corrida! Que o exercício físico regular faz bem à asma está claro, mas correr – talvez pelo impacto cardiovascular – sempre foi a actividade física mais “despertadora” de uma das minhas crises de asma. E por isso, claro, a mais renegada. Até agora. Até me comprometer em contornar esta limitação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ando deliciada com as pequenas vitórias que tenho conquistado, correndo mais quilómetros, por mais tempo e com mais energia. Ah, liberdade... :) &lt;br/&gt;Como sabe bem sentir as amarras soltarem, e sentirmos-nos responsáveis pelas mudanças que decidimos operar, conscientemente escolhidas para uma maior plenitude. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Corram, saltem, andem, gatinhem, fiquem quietos, ... e estimulem-se a, como diz o doce aqui ao lado, seguir o que vos alegra! :)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Há umas semanas, descobri o estímulo extra de levar como companhia a deliciosa banda sonora do filme Gato Preto Gato Branco, do Emir Kusturica. Se para conduzir a achei um perigo, para correr é ideal. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Desfrutem desta aqui ao lado, a Bubamara &gt; &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bubamara. em dialecto cigano e actualmente em uso pela língua servo-croata, significa “joaninha” (o insecto) e é um símbolo importante para a cultura cigana, sinal de boa sorte e bom fortúnio. &lt;br/&gt;Esta música é tocada em homenagem a população cigana em todo o mundo, incentivando todos os ciganos a que se reunam e dancem. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para quem a quiser cantar no banho, aqui vai a letra – facílima:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;sa o raomalen phuchena &lt;br/&gt;bubamara sose ni c(k)elel. &lt;br/&gt;devla , devla mangav la &lt;br/&gt;bubamara tuka pocinel.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;ej romalen ashunen, &lt;br/&gt;e chavoren gugle zurale. &lt;br/&gt;bubamara chajori, &lt;br/&gt;baro grga voj si o djili.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;djindji - rindji bubamaro &lt;br/&gt;ciknije shuzhije &lt;br/&gt;ajde more koj romesa. x2 &lt;br/&gt;chavale romalen x3&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;sa romalen puchela, &lt;br/&gt;o dejori fusuj chudela. &lt;br/&gt;devla devla sa charle, &lt;br/&gt;bubamaru voj te aresel. &lt;br/&gt;ej romalen ashunen, &lt;br/&gt;e chavroren gugle shukaren, &lt;br/&gt;zivoto si ringishpil, &lt;br/&gt;trajo o del rom aj romnji.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;djindji - rindji bubamaro &lt;br/&gt;ciknije shuzhije &lt;br/&gt;ajde more koj romesa. x2 &lt;br/&gt;chavale romalen x3&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;ej romalen ashunen &lt;br/&gt;e chavrore gugle zurale &lt;br/&gt;bubamara chajori &lt;br/&gt;baro grga voj si o djili.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;djindji - rindji bubamaro&lt;br/&gt;ciknije shuzhije&lt;br/&gt;ajde more goj romesa. x4&lt;br/&gt;te cilabe te chela&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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      <title>bolo de bolacha</title>
      <link>http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/3/26_bolo_de_bolacha.html</link>
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      <pubDate>Thu, 26 Mar 2009 16:19:27 +0100</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/3/26_bolo_de_bolacha_files/DSC_5012.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/DSC_5012_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:254px; height:384px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Bolo de bolacha quase tradicional, fora o facto de não levar açúcar nem ovos. É um bolo fantástico para quem não tem forno, como por exemplo quem mora numa auto-caravana, e super acessível para fazer com crianças. Há bolachas com formas de animais que deixam os miúdos ainda mais deliciados.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tenho por hábito não seguir receitar e inventar com as coisas que estão disponíveis. Assim, os resultados são sempre diferentes... Esta receita, em vez do amasake, já levou creme de castanhas e ficou igualmente deliciosa. Para experimentar tenho ainda uma versão com uma leve sêmola de trigo... &lt;br/&gt;Nós optamos por fazer o amasake (usando o Koji) em vez de o comprar e resulta bem mais barato e ainda mais saboroso. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os produtos que usamos, regular e preferencialmente, são isentos de açúcar (ou alternativas químicas), lácteos ou produtos animais e biológicos. Se precisarem de dicas sobre onde os encontrar, peçam-nos.  &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ingredientes:&lt;br/&gt;bolachas simples, estilo bolacha maria &lt;br/&gt;amazake &lt;br/&gt;cacau 100%&lt;br/&gt;geleia de trigo&lt;br/&gt;yanooh&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Preparação: &lt;br/&gt;Preparar o yanooh um pouco mais forte que o usual: uma colher de sopa bem cheia de pó para cada copo de água. Acrescentar um pouco de geleia de trigo - 1 colher de sobremesa para um copo de yanooh.&lt;br/&gt;Mergulhar as bolachas no yanooh à medida em que se vai fazendo a primeira camada de bolachas no tabuleiro. &lt;br/&gt;Cobrir as bolachas já dispostas com uma camada generosa de amazake: aproximadamente um dedo de espessura. &lt;br/&gt;Seguir a sequência de mergulhar bolachas, dispor no tabuleiro e cobrir com amazake, de modo a conseguir camada de bolacha / camada de amazake alternadamente. &lt;br/&gt;Numa das camadas de bolachas (uma à escolha), antes de sobrepor o amazake, colocar um pedaços desfeitos do cacau e um fio de geleia de trigo. A camada de amazake que os cobrir deve ser mais fina que as restantes. &lt;br/&gt;A camada final deve ser de amazake e envolver toda a construção do bolo, escondendo – dentro do possível – as bolachas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para a cobertura:&lt;br/&gt;Derreter numa panela, em lume baixo, o cacau juntamente com uma colher de sopa de amazake, duas colheres de sopa de geleia de trigo e raspa de laranja. Mexer até atingir uma consistência cremosa. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Verter a cobertura por cima do bolo e colocar no frigorifico até à hora de servir. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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      <title>monstruação?</title>
      <link>http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/3/24_mais_ferramentas.html</link>
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      <pubDate>Tue, 24 Mar 2009 16:20:30 +0100</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/3/24_mais_ferramentas_files/44_Ken%20Wilber.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/44_Ken%20Wilber_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:254px; height:168px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Quando decidi escrever sobre o MoonCup, desafiei-me a encarar a questão e gestão de fluxos menstruais do ponto de vista AQAL (All Quadrants, All Levels) ou em português TQTN (Todos os Quadrantes, Todos os Níveis), de modo a que pudesse mais uma vez partilhar esta abordagem integral.&lt;br/&gt;Em que trabalho me meti...  &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A perspectiva TQTN apresenta-se para mim como uma ferramenta incrivelmente brilhante e completa de analisar todo e qualquer assunto – de forma isenta e integrando tudo e cada parte como essencial ao Todo. Desta forma, resulta uma compreensão mais profunda – e na minha opinião mais real – do nosso objecto de estudo. &lt;br/&gt;Já vos falamos nesta abordagem, num post sobre Alimentação Integral. Em todo o caso, recapitulo:&lt;br/&gt;A partir de uma matriz de quatro quadrantes, podemos facilmente identificar as diferentes facetas contidas no tema do nosso estudo, ou diferentes abordagens às questões que ele levanta.  &lt;br/&gt;Os quatro quadrantes são:&lt;br/&gt;Questões do Eu (I) – Psicológicas, Emocionais, Mentais;&lt;br/&gt;Questões do Isso (It) – Biológicas, Fisiológicas;&lt;br/&gt;Questões do Nós (We) – Culturais;&lt;br/&gt;Questões do Issos (Its) – Sociais, Políticas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Realça-se a percepção de que a realidade é composta de todos/partes e que nada se encontra isolado e sim, numa infinita interligação entre consciência individual ou subjectiva; o organismo e cérebros objectivos; a natureza, sistemas sociais e o ambiente; e os contextos culturais, valores comunitários e visões do mundo. &lt;br/&gt;Acrescentar rapidamente que dentro de cada quadrante estão compreendidos diferentes estágios (ou níveis) de desenvolvimento, que se apresentam numa evolução espiralada – através dos quais é possível identificar numerosas ondas, correntes e tipos. Os movimentos ao longo desta espiral ocorrem de uma forma flexível e fluida, sem passos pré-determinados. Representam estágios de evolução constantemente dinâmicos, nos quais cada “nível seguinte” transcende e abarca o nível que o antecede: significa que o reconhece e compreende mas já não se identifica com ele. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não me atrevo a escrever mais, segura de que o que escrevo resulta de uma minha interpretação, por mais isenção que me esforce em aplicar. Acho que a abordagem merece ser conhecida na sua “formula original”, pelo que vos deixo a dica e o estímulo: &lt;br/&gt;Autor – Ken Wilber&lt;br/&gt;Obras – Uma Teoria de Tudo; Uma Breve História de Tudo; ... &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Voltando ao assunto inicial....&lt;br/&gt;O tema da menstruação não é tabu mas, de certa forma, acho que não anda longe disso. Por um lado vemos uma sociedade mais aberta, menos complexada e mais esclarecida (menos mitológica – diria). Vivemos a proliferação da informação, gratuitamente ao alcance de todos, sabendo nós também que muitas vezes é uma informação “manipulada para todos”.&lt;br/&gt;Por outro lado, seguimos vivendo num entorno no qual a mulher – depois de muito o querer – se vê na posição de usufruir das mesmas condições que o homem, onde lhe é exigido o mesmo desempenho, ritmo e resultado, simultaneamente esperando delas as mesmas necessidades. Ainda que, no fundo, não o sejam. &lt;br/&gt;Como tudo, há os seus aspectos positivos e negativos. Não pretendo avaliar nenhum deles, apenas dar a minha perspectiva de enquadramento.   &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Na minha opinião, a nossa relação com o nosso ciclo menstrual apresenta-se-me seguramente relacionada com a nossa relação com a mulher que somos, a mulher que acreditamos ser, com a mulher que queremos ser ou a mulher que nos sujeitamos a ser. &lt;br/&gt;Seremos tão saudáveis nesta relação quanto conscientes e verdadeiras formos connosco mesmas. Quaisquer que sejam as escolhas que façamos e o caminho para o qual elas apontem, será importante a honestidade sobre a nossa exclusiva responsabilidade sobre cada uma delas. E o nosso ciclo menstrual, entre outros mil e muitos factores, estará incluído na totalidade do que nos define enquanto mulheres.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No papel que cada mulher desempenha, pensado numa perspectiva singular e pessoal, podemos levantar questões associadas a factores psicológicos, emocionais, mentais; factores biológicos e fisiológicos; factores culturais; e factores sociais e políticos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Usando então a ferramenta de análise dos Quatro Quadrantes, poderemos descortinar as seguintes questões: &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quadrante Superior Esquerdo – Questões do Eu&lt;br/&gt;Quadrante de estudo das questões emocionais, psicológicas e mentais que desenvolvemos sobre a menstruação. Palco primordial para a potencialidade máxima da particularidade e singularidade de cada mulher.  &lt;br/&gt;Cada uma de nos terá as suas ideias e crenças sobre a menstruação e propósito ou pertinência da sua existência. Quaisquer que sejam as crenças que alimentamos, através delas geraremos emoções, estados de espírito, ideias e mentalizações; que logo, se materializarão em concordância.&lt;br/&gt;Há quem encare a menstruação como uma maldição, como uma doença ou uma limitação; há quem a considere uma bênção e a celebre; haverá muitas mulheres que a consideram um mal menor; e outras tantas algo simplesmente natural. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Muitas questões emocionais com que nos deparamos neste campo podem estar suportadas pelas alterações biológicas que são objecto de estudo no Quadrante do Isso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(De sublinhar que esta abordagem não isola ou relativiza a interligação de todos os quadrantes e seus respectivos actores. É assumida e sublinhada a sua interdependência e infinita interacção).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quadrante Superior Direito – Questões do Isso&lt;br/&gt;Quadrante de estudo das questões biológicas e fisiológicas – originárias de tantas transformações nos corpos físico, mental, emocional, .... &lt;br/&gt;Do ponto de vista biológico, cada corpo levará a cabo o seu ciclo menstrual, a seu tempo e de acordo com o seu ritmo e sincronia. &lt;br/&gt;“Biologicamente” são percorridos ciclos, manifestados em mudanças  e adaptações (subtis ou notórias). Há lugar a alterações físicas e emocionais, em qualquer das fases, que se reflectem com maior ou menor presença no nosso ritmo e tarefas diárias. Fruto também das escolhas que fazemos para alimentar as nossas necessidades manifestadas.  &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Entendendo as necessidades do nosso corpo, é mais fácil tomar as medidas mais adequadas para lhes dar respostas mais equilibradas. &lt;br/&gt;Desde necessidade físicas de vontade de comer doces ou simplesmente necessidade de comer mais ou de comer menos; necessidades emocionais de estar só, de rabujar, de chorar, ...; para uma mesma tarefa podemos necessitar de melhores condições de concentração, de uma reforçada dose de confiança ou confirmação; ... Reconhecer e identificar, na minha opinião, são as melhores ferramentas para uma correcta acção.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quadrante Inferior Esquerdo – Questões do Nós&lt;br/&gt;Neste quadrante enquadram-se as questões culturais associadas a esta questão feminina.&lt;br/&gt;Desde sempre a menstruação foi culturalmente associada a conotações negativas. No século I, o pensador romano Plínio defendia que nada poderia ser mais nocivo do que o fluxo menstrual. &quot;Mulheres menstruadas tornam o leite azedo e as sementes estéreis (...) O olhar delas faz o espelho opaco, cega as lâminas, tira o brilho do marfim&quot;.  Na Idade Média, a Igreja proibia as mulheres menstruadas de comungar. Na Inglaterra vitoriana de meados do século XIX, a menstruação foi catalogada como doença. Segundo as posições feministas, tratar o sangue menstrual como veneno, impureza ou doença era uma forma de subjugar as mulheres e reprimir a sexualidade feminina. Com a revolução de costumes dos anos 60, o sexo – e tudo relacionado a ele – passou a ser encarado com mais naturalidade. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com esta actual abordagem cultural, mais natural e isenta de contextos mitológicos, somos menos condicionadas por estas influencias e mais livres para escolher as crenças com que determinamos e analisamos a nossa vivência. &lt;br/&gt;No entanto, e uma vez mais na minha opinião, o contexto actual – na sua igualdade de direitos e deveres entre homens e mulheres – exerce uma forte  pressão, consciente ou inconscientemente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quadrante Inferior Direito – Questões do Issos&lt;br/&gt;Quadrante de estudo das questões sociais que condicionam e alimentam cada mulher na sociedade em que se insere.  &lt;br/&gt;Nos tempos das nossas avós, adicionando um maior condicionamento cultural à questão da menstruação, podemos relembrarmos das escassas respostas sociais que influenciavam a vivência desta questão. Agora somos privilegiadas na vasta escolha de produtos, subprodutos e serviços que nos permitem maior (ou total) liberdade, longe dos panos de algodão – trocados e lavados com a sua devida frequência – e perto dos descartáveis e inibidores hormonais. &lt;br/&gt;As soluções, à parte de avaliações de quais as mais adequadas, são milhares; para todos os gostos, bolsas, crenças e vontades: de famosas marcas, de marca branca, ecológicos, hipoalergénicos, reutilizáveis, ... &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;*&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Creio que consegui delinear uma possível abordagem integrativa, identificando e escamoteando as diferentes influencias que este tema abarca. Tracei apenas as linhas guia, o desenvolvimento das questões será sempre balizado pelos valores através dos quais cada um de nós se rege. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E o que podemos ganhar desenvolvendo esta abordagem? &lt;br/&gt;Enquanto mulheres, aprofundando este assunto na sua abrangência, podemos ver claramente identificadas as origens, motivos ou razões daquilo que em nós sucede. Permite-nos assumir posturas mais responsáveis pelas nossas escolhas e, se eventualmente o permitirmos,  libertando-nos dos inquestionáveis lugares comuns. Dá-nos mais ferramentas, permite-nos aceder e questionar informação, potenciando escolhas mais conscientes. &lt;br/&gt;Para os homens, talvez lhes possa fornecer uma mais fácil e abrangente compreensão de um fenómeno que não experienciam na primeira pessoa mas que, seguramente, faz parte do ciclo social em que se inserem. De uma forma ou de outra. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu não consigo encarar a menstruação como uma doença ou uma limitação. Para mim, o ciclo menstrual é um potencial imenso, significante da vida que podemos gerar, transportar e nutrir. Assim, sinto natural o desejar este processo e encara-lo como um ritual alegre e festivo da feminilidade em mim. &lt;br/&gt;Desafiei-me a conhecer-me melhor, faço as minhas escolhas, acredito e sinto que são mais conscientes. A procissão ainda vai no adro e, passo-a-passo, sei que este desafiar me ajuda a ser e estar mais próxima do que quero. E desfruto do caminho. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;“Desafiem-se-nos”! &lt;br/&gt;Desfruta-te.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;PS - Referente ao tema dos copos de menstruação reutilizável, aqui encontram a longa história do invento, cujas origens remontam a 1867: &lt;br/&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mum.org/CupPat1.htm&quot;&gt;http://www.mum.org/CupPat1.htm&lt;/a&gt; &lt;br/&gt;</description>
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      <title>dias de copos</title>
      <link>http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/3/3_dias_de_copos.html</link>
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      <pubDate>Tue, 3 Mar 2009 20:54:11 +0100</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/3/3_dias_de_copos_files/41_menstro.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/41_menstro_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:254px; height:168px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Se não todas, seguramente que a maioria das minhas amigas já me ouviu publicitar a minha alegre aderência à utilização do Mooncup – um copo de menstruação reutilizável *.&lt;br/&gt;E, uma vez mais como reflexo da minha satisfação face a este produto, decidi borrifar-vos com este meu contentamento. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A utilização de um copo reutilizável – como acumulador do fluxo menstrual – em vez da utilização dos tão famosos descartáveis tampões e pensos – como absorventes –  trouxe-me uma grande satisfação relativa à maneira como me sinto mais responsável pela gestão dos meus “resíduos”. &lt;br/&gt;Custava-me bastante ver a quantidade de lixo produzido e a total dependência de produtos descartáveis que, assim que tomei contacto com esta alternativa não descansei até ganhar a coragem de a fazer minha. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pormenores técnicos à parte, não dói nada. É hiper-prático, flexível e adapta-se a qualquer ritmo de vida. Depois destes últimos meses posso acrescentar que se adapta também a qualquer altitude e temperatura. &lt;br/&gt;No inicio há que correr por gosto, estar disponível para a fase de transição e adaptação e depois... desfrutar de tudo o que se ganha – e tudo o que se poupa!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sobre a gestão dos nossos fluxos há imensas teorias. &lt;br/&gt;Sobre o uso de absorventes na sua generalidade, que não é um conceito tão antigo como eventualmente nos levaria a pensar a naturalidade com que os utilizamos, pensemos um pouco sobre o efeito que estarão a produzir no nosso corpo. O corpo expulsa substâncias (o óvulo não fecundado e restantes matérias segregadas) que, por absorção, são retidas junto a nós. &lt;br/&gt;Lembro-me de algumas ideias com as quais convivi: &lt;br/&gt;Que o uso dos tampões é desaconselhado na totalidade; que a sua utilização deve ser reduzida ao mínimo e indispensável; que se deve ter especial atenção ao número de horas em que o utilizamos – da mesma forma que se deve evitar manter um mesmo penso absorvente em uso por muito tempo. Parece-me obvio e de senso comum: as bactérias desenvolvem-se e proliferam em ambientes de estagnação;&lt;br/&gt;Pensando no exemplo dos tampões, e uma vez que não regulamos o nível de absorção que apresentam – apenas a quantidade, é de pensar se será adequado quando a flora interior se apresenta sensível ou de elevada secura;&lt;br/&gt;Parece-me também importante reflectir sobre a qualidade da matéria que compõe os absorventes que escolhemos para estarem tão em contacto connosco. Sempre ouvi historias de que as empresas de absorventes aplicam, na mistura de compostos químicos que usam para branquear o produto final, substancias que têm como finalidade estimular um maior fluxo para que assim, necessitemos cada vez mais de uma maior quantidade de produtos... Já não chegam os branqueadores, adicione-se estimuladores! &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Algumas ideias que me alegram na utilização de um copo um copo de menstruação reutilizável:&lt;br/&gt;Ao pensar que cada mulher gasta, em média, cerca de 10.000 pensos e tampões durante toda a vida, dá-me uma tremenda satisfação saber que não estou ciclicamente a contribuir para este volume imparável;&lt;br/&gt;É um recipiente não absorvente pelo que não contribui para uma secura interior nem absorve mais do que lhe compete;&lt;br/&gt;É super confortável em todas as fases da menstruação, independentemente da quantidade de fluxo existente. Alias, mesmo nas fases que antecedem ou sucedem a menstruação a sua utilização é indolor e confortável, diria imperceptível;&lt;br/&gt;O dinheiro que investi, na tomada de decisão em arriscar nesta aposta, foi já largamente compensado com o total que já poupei na compra de pensos e tampões absorventes, com a frequência que nos habituamos e nem questionamos… &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Na altura em que comprei o meu MoonCup este tipo de produtos ainda não estava disponível nas lojas e, apesar de o encontrar na internet um pouco mais barato, optei por compra-lo a uma particular que, feliz pela sua escolha na utilização, difundia e vendia o produto – quase de boca em boca. Desta maneira para mim foi uma compra acompanhada, como uma recomendação pessoal e carinhosa, na qual pude esclarecer algumas questões e arrumar qualquer réstia de dúvida. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os preços não variam muito e podem encontra-los em ervanárias, lojas de produtos biológicos, cooperativas ou em sites na internet. &lt;br/&gt;Alguns sites que consultei, que me ajudaram a tomar a decisão inicial e onde poderão encontrar mais informação:&lt;br/&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mooncup.co.uk/&quot;&gt;http://www.mooncup.co.uk&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href=&quot;http://raizesblog.blogspot.com/2008/06/mooncup.html&quot;&gt;http://raizesblog.blogspot.com/2008/06/mooncup.html&lt;/a&gt;  &lt;br/&gt;&lt;a href=&quot;http://naturkinda.com/loja/product_info.php/products_id/152&quot;&gt;http://naturkinda.com&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href=&quot;http://www.lunapads.com/department.aspx%253FDeptId%253D4%2526&quot;&gt;http://www.lunapads.com&lt;/a&gt; &lt;br/&gt;&lt;a href=&quot;http://www.keeper.com/&quot;&gt;http://www.keeper.com&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em jeito de conclusão, queria só acrescentar uma recente descoberta, fruto da minha última pesquisa sobre estes produtos: absorventes laváveis.&lt;br/&gt;Há sites que ensinam como os fazer, e há uma marca que os comercializa. São feitos à base de produtos naturais, biológicos, sem químicos, etc. Infelizmente nunca os vi em Portugal e também não os encontrei em Espanha. &lt;br/&gt;Aqui vos deixo o link de uma das marcas que os comercializa: &lt;a href=&quot;http://www.lunapads.com/&quot;&gt;http://www.lunapads.com&lt;/a&gt; &lt;br/&gt;Estes absorventes laváveis são o meu mais recente namoro neste tema de gestão de fluxos, desta vez os diários... Caso o namoro resulte numa relação mais sólida, assim que tiver conclusões partilháveis, por aqui as comunicarei.  &lt;br/&gt;Há também, seguindo uma linha de pensamento mais “amiga do ambiente”, outros tipos de solução. No site espanhol Bebes Ecologicos, aqui: &lt;a href=&quot;http://www.bebesecologicos.com/index.php%253Fq%253Dnode/157&quot;&gt;http://www.bebesecologicos.com/index.php?q=node/157&lt;/a&gt;, escrutinam com detalhe e informação as diferentes alternativas.  &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Have fun! &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;* Refiro-me à marca MoonCup por ser o produto que conheço, sendo que era a única existente em Portugal na altura em que tomei contacto com este produto. Há outras marcas, aparentemente de igual fiabilidade. &lt;br/&gt;Destaco que o MoonCup é feito de silicone, que por ser 100% hipoalergénico pode ser utilizado tranquilamente. Há algumas marcas que produzem os copos em borracha que, por conter látex, pode causar irritações em mulheres sensíveis ou alérgicas a este material. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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      <title>Cem dias sem dias...</title>
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      <pubDate>Sat, 7 Feb 2009 15:47:42 +0100</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/2/7_Cem_dias_Sem_dias..._files/37_sem%20dias.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/37_sem%20dias_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:254px; height:384px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Não sou pessoa de contar “períodos”. Pior! Sou pessoa de deles me esquecer ou não dar qualquer importância. É algo normal, tão normal que já o sinto natural.&lt;br/&gt;Mas nós desenhámos um light Controlo de Operações deste nosso modus vivendis e ele avisa-me que estamos no dia 100. Sem mais!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um pouco como os cem primeiros dias de um Governo ou Administração, fica a sensação de um marco alcançado num período de natural bonança e glamour. A energia é fresca, a motivação imensa, a equipa está formada e a adaptação, em moldes funcionais específicos, em curso. Até aqui não há grandes expectativas nem do que prestar contas. Mas as principais “notas de campanha” ou “estratégias” já têm de estar estudadas, delineadas e inicialmente - pelo menos - em curso de implementação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os nossos primeiros cem dias tiveram muito disto e de tudo o mais um pouco. Uma nota dominante a de termos começado em pleno Outono. Outra nota dominante a de termos que estar em permanente adaptação dinâmica. E outra a de ainda não nos querermos afastar demasiado de Portugal dadas as tramitações em curso que ainda nos requerem presentes para um acto especifico - soltar uma última amarra. Não esquecendo os momentos duros e intensos em que se questiona o sitio, o timing, a forma como estamos a viver determinada circunstância.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas o principal que estes cem dias nos deu foi a noção de que não há dias. Não estamos com uma agenda determinada, sim intenções. Não temos compromissos rígidos, sim vontades. Não corremos, fluímos.&lt;br/&gt;Agora não há desculpas de que não haja tempo para o que quer que seja. Distinguindo tempos, só existe o tempo cronológico do convívio social, o tempo psicológico é o do Agora. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O recurso tempo é pleno. Mas não deixou ainda de existir a noção de que o quereríamos aproveitar melhor. Ainda não largámos o frenesim de “produzir” muito em pouco tempo. A seu tempo!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Há um cada vez maior alinhamento ao tempo da natureza.&lt;br/&gt;E um mais profundo alinhamento ao nosso tempo interior.&lt;br/&gt;Chega a Primavera. &lt;br/&gt;Mais Cem dias sem dias.&lt;br/&gt;</description>
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      <title>também somos o que comemos...</title>
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      <pubDate>Fri, 6 Feb 2009 15:34:46 +0100</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/2/6_tamb%C3%A9m_somos_o_que_comemos..._files/38_alimentacao.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/38_alimentacao.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:254px; height:168px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Desde sempre que o Homem se tem dedicado ao acto de se alimentar. Simples, por uma questão de sobrevivência. &lt;br/&gt;Se numa fase mais arcaica dedicava grande parte do tempo a caçar e recolectar, depois passou à horticultura e muito depois à agricultura. Essa é a realidade actual de produção de alimentos a partir do solo no Mundo inteiro.  &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vivemos todavia uma distorção muito forte:&lt;br/&gt; - por um lado, pessoas, famílias, tribos, etnias, regiões e nações inteiras a viver numa completa miséria, e sem recursos naturais ou conhecimentos para assegurarem pouco mais que a sua sobrevivência, e muitas vezes nem isso  - polaridade mais típica do hemisfério Sul;&lt;br/&gt; - e por outro lado aquilo que se pode denominar como agricultura industrializada global - polaridade mais típica do hemisfério Norte:&lt;br/&gt;    • onde quase tudo se cultiva intensamente em todo o lado (mas não para todos), desde que economicamente rentável ou subsidiável; &lt;br/&gt;    • onde em qualquer altura conseguimos obter alimento fora da estação ou da referência de produção geográfica (ainda há dois dias em pleno Inverno da zona dos Pirenéus vi morangos e cerejas à venda numa pequena loja de comercio tradicional), nas quantidades que consigamos económica e fisicamente suportar; &lt;br/&gt;    • onde a preocupação de cada um é aceder à prateleira da loja ou à mesa do restaurante e está muito para além da sobrevivência pois essa é um dado adquirido.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Esta postura de domesticação e mineração da Terra  - aquilo a que comummente se chama agricultura - pode ser analisada sob distintas perspectivas, e estes termos por si mesmos já denunciam a minha, mas essa questão deixaremos para uma possível futura Partilhação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vivemos também uma homogeneização de práticas e comportamentos, ou seja, a cultura alimentar tende a tornar-se mais vasta e rica mas também mais igual, acessível e reconhecível, onde quer que se vá. A polaridade Ocidente e Oriente esbate-se com celeridade crescente. Em 2005 havia 3891 MacDonald’s no Japão e 1110 na Grã-Bretanha. Tudo faria supor o contrário. E hoje aí haverá centenas de sushi restaurant´s. Mac´s, Sushi´s, Pizzarias, Francesinhas e demais não são mais do que ícones da cultura alimentar de cada povo, que a migração humana, o turismo e a informação global tratam de levar a cada canto desta bola suspensa num continuum de espaço-tempo. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;De nenhuma forma pretende este texto vangloriar ou denegrir qualquer filosofia alimentar, prática, abordagem, comportamento, ponto de vista, situação ou circunstância, (que esforço de imparcialidade...ufa) e é obvio que há muitos exemplos que marcam a diferença, mas também é óbvio que há tendências e padrões. E também é óbvio que nós precisamos e gostamos de comer!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O que me leva a escrever esta Partilhação é a forma como nós, enquanto indivíduos “alimentarmente livres”, no nosso modo singular de Ser, nos alimentamos, naturalmente condicionando esse modo de Ser por essa via.&lt;br/&gt;Somos alimentarmente livres, porque temos o poder de decidir que alimento ingerimos. Algo que já não poderemos facilmente fazer com o ar que inspiramos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Citando, traduzindo e ajustando, dirijo-me a Ti, e aproveito a reflexão desta escrita para me desafiar a mim.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ao longo da nossa vida os hábitos alimentares foram condicionados e reforçados, ao ponto até de se tornarem automáticos e inconscientes, apresentando-se assim difíceis mas não impossíveis de alterar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Diariamente estaremos consumindo alimentos baseados em motivações:&lt;br/&gt;Psicológicas (I)   Biológicas (It)   Culturais (We)   Sociais (Its)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para tornar a prática alimentar mais consciente, propõe-se uma análise baseada numa perspectiva AQAL (All Quadrants; All Levels) – todos os quadrantes, todos os níveis. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Comer Conscientemente - quadrante superior esquerdo&lt;br/&gt;Foco no porquê de comer. A prática do “foco no porquê” cultiva a habilidade de nos colocarmos no momento presente. No Agora! E no Agora! E no Agora...&lt;br/&gt; - O que nos motiva a comer de determinada maneira?&lt;br/&gt; - Porque temos determinados padrões de comportamento alimentar?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O acto de comer envolve um inúmero conjunto de experiências interiores:&lt;br/&gt;    • Decidir o que comer;&lt;br/&gt;    • Prepará-lo;&lt;br/&gt;    • Cheirá-lo;&lt;br/&gt;    • Prová-lo;&lt;br/&gt;    • Saborear enquanto mastigamos (provar/comer);&lt;br/&gt;    • Sentir percorrer-nos;&lt;br/&gt;    • Sentir o seu impacto nos nossos estados energéticos. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Significa sermos honestos acerca das nossas respostas aos diferentes alimentos e reconhecer a experiencia sentida de como os alimentos interagem connosco. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Comer Óptimos Alimentos - quadrante superior direito&lt;br/&gt;Foco naquilo que fazemos, no nosso comportamento (acção) face à alimentação;&lt;br/&gt;    • O que comemos e o que bebemos;&lt;br/&gt;    • Quanto comemos;&lt;br/&gt;    • Quando comemos;&lt;br/&gt;    • Como combinamos os alimentos;&lt;br/&gt;    • Qual a filosofia que seguimos, se alguma;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É neste quadrante que se enquadram as questões fisiológicas, sublinhando a importância de ter em conta a nossa única fisiologia e metabolismo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quem sabe a utilização de um diário alimentar, de modo a manter um acompanhamento dos comportamentos, dos verdadeiros hábitos, nos ajuda a saber o que comemos, quando comemos e quanto comemos, permitindo-nos mais consciência das nossas escolhas comportamentais.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Comer com Significância - quadrante inferior esquerdo&lt;br/&gt;O foco no aspecto cultural, no “nós” da alimentação incluindo os significados partilhados acerca da comida.&lt;br/&gt;A cultura influencia as nossas escolhas alimentares, alinha-nos a uma visão, valores e éticas de uma comunidade/sociedade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Desafiam-nos a tomar alguma atenção às empresas que produzem os alimentos, às lojas que os vendem, à pessoa ou restaurante que os prepara, e sobretudo a prestar atenção à(s) pessoa(s) com quem comemos. Partilhar uma refeição é uma das formas mais universais e prazerosas de criar um espaço cultural (We), com significado. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Comer Sustentavelmente - quadrante inferior direito&lt;br/&gt;Foco no facto de que o alimento serve de ligação directa entre o organismo e o ambiente natural, providenciando as matérias primas que constroem o nosso corpo físico. &lt;br/&gt;A perspectiva deste quadrante (Its) olha para os sistemas naturais e humanos que suportam a longa jornada do alimento, desde a terra até ao nosso prato. &lt;br/&gt;Todo o alimento ou bebida tem uma historia escondida, uma contabilidade não escrita dos recursos, materiais e impactos que houve para a fazer chegar até nós: &lt;br/&gt;    • De onde vieram?&lt;br/&gt;    • Como foram produzidos?&lt;br/&gt;    • Como chegaram até mim?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tem-se em conta a geografia; métodos de produção; custos ambientais; sistema económico; legislação (por exemplo: embalagem); tecnologia; estrutura empresarial; redes de transporte; infra-estruturas de produção, etc.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O contexto ambiental em que comemos impacta significativamente na experiencia total da alimentação. Não há melhor nem pior, mas cada um terá a sua influência directa na troca energética pessoa – alimento – ambiente. &lt;br/&gt;___________________&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Há uma incontornável indissociação entre os quatro quadrantes. Por mais inconsciência que tenhamos, cada acto de nos alimentarmos num determinado momento tem uma correspondência em cada um dos quadrantes, um significado e interpretação à luz de cada uma das dimensões abordadas. &lt;br/&gt;Todos os anos é normal fazermos reflexões mais ou menos profundas quanto àquilo que comemos, como, onde, com quem, por quanto, etc. Quase sempre nos comprometemos a mudar algo, nem sempre o fazemos. Há uma cada vez maior fundamentação acerca da relação entre muitas doenças e a alimentação. Tornarmo-nos mais conscientes acerca da forma como nos relacionamos com os alimentos não nos fará necessariamente viver mais anos, mas poderá contribuir determinantemente para os vivermos melhor.&lt;br/&gt;Que a reflexão e acção não nos seja forçada por via da doença, mas pela consciente vontade de querermos ter uma melhor saúde e mais mão no Sermos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Que aprovechen!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Notas:&lt;br/&gt; - Se houver mais do que dois pedidos dos nossos Partilhões poderemos, numa próxima Partilhação, gatafunhar algo mais sobre esta abordagem AQAL, para lá da alimentação.&lt;br/&gt; - Se quiserem ter uma ideia fotográfica sobre como hoje se come no Mundo, vejam o fantástico site do fotógrafo Peter Menzel em &lt;a href=&quot;http://www.menzelphoto.com/&quot;&gt;www.menzelphoto.com&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Referências:&lt;br/&gt; - Integral Life Practice - Vários autores - Integral Books - 2008&lt;br/&gt; - Hungry Planet - What the world eats - Peter Menzel e Faith D´Aluisio - Material World Books 2005&lt;br/&gt;</description>
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      <title>... outra coisa é outra coisa!</title>
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      <pubDate>Mon, 26 Jan 2009 15:14:18 +0100</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/1/26_..._outra_coisa_%C3%A9_outra_coisa%21_files/varanda%20rio.png&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/varanda%20rio.png&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:254px; height:187px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;Já estão carecas de saber que temos a casa à venda, que a casa é linda, que a vista é soberba, que as obras foram meticulosamente planeadas e acompanhadas, que tem uma energia invejável, uma luz sem fim, que se passam momentos deliciosos lá dentro, que se fazem passeios para todos os gostos nas redondezas, que a zona é calmíssima e super acessível, .... mas, desta vez ainda não sabem que nos contagiamos pela época louca dos saldos e, em “remate final” baixamos bastante significativamente o preço do imóvel. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para além do nosso link: neo, com fotos e descrição, a casa está também anunciada no site da Remax, com os contactos para visitas e outras informações:&lt;br/&gt;&lt;a href=&quot;http://remax-portugal.com/120511044-1660&quot;&gt;http://remax-portugal.com/120511044-1660&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Avisem os amigos, familiares e todos os interessados. Nós, mais uma vez, agradecemos.&lt;br/&gt;OBRIGADA :)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Casa vista de fora:&lt;br/&gt;&lt;a href=&quot;http://arrumario.blogspot.com/2008/11/real-estate.html&quot;&gt;http://arrumario.blogspot.com/2008/11/real-estate.html&lt;/a&gt; &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description>
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      <title>viagem no tempo _ 02</title>
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      <pubDate>Tue, 13 Jan 2009 17:56:33 +0100</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Entries/2009/1/13_viagem_no_tempo___02_files/txt_ze.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.ocook.org/ocook/blog/Media/txt_ze_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:254px; height:384px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;O texto do El Arbola pareceu-nos um belo regalo, bem adequado ao nosso momento.&lt;br/&gt;O contexto interior, o amor posto na comida e a simpatia e calorosidade com que fomos recebidos foram determinantes para a relação que de imediato estabelecemos. Que bom é fazer laços e entretecer ideias assim desapegadamente. Repetimos e repetiremos a visita à Rosa e à Ama sempre que por perto estivermos. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pela costa das Astúrias estivemos na Playa de España, na Playa da Vega (claro...), em Llanes, em Lastres e em Gulpiyuri. Na Playa de España acordamos acompanhados: aqui por estas zonas - e mais ainda pelo País Basco - vê-se muito movimento de furgonetas. Nas Astúrias passeiam-se sobretudo em viagem; pelo País Basco é popular ver uma furgoneta em cada casa - é o meio de transporte privilegiado por esta gente tão activa e desportista. Em Llanes descobrimos um pueblo muito romântico, super ordenado mas que na periferia denota um exponente e exagerado crescimento. A Lastres chegamos por indicação da Rosa e bastará vos mostrar o amanhecer: breve nos raios de sol para que a repentina e constante chuva nos voltasse a envolver. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Gulpiyuri é uma pequeníssima praia misteriosa, curiosamente afastada do mar e que me parece que é a única razão de ainda existir é ser tão difícil de descobrir. Esconder para proteger. Façam como nós e perguntem até que alguém vos explique como lá chegar. Placas não as encontrarão e o caminho está mesmo bem camuflado. Claro que a vimos debaixo das partidas do Rigoroso - chuva e vento de fazer voar os mais entusiasmados caminheiros, e afastar qualquer objectiva... &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tenho, frequentemente, vontade que os meus olhos possam ser uma máquina fotográfica pois há imagens impossíveis de captar de outra maneira. Espero que a possibilidade, oportunidade e habilidade de capturar alguns momentos vá crescendo de modo a resultar em retratos de maior qualidade; por agora vou-me contentando com as experiências que tenho podido fazer e com as condições que - a pouco e pouco - vamos criando para mais capacitados estarmos. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Deixamos os Picos, e Astúrias, com a certeza que voltaremos a caminhar por alí - logo se verá como, quando e sob que condições. Da minha parte estou certa que voltarei com mais disponibilidade física para desfrutar, respirando a plenos pulmões, da qualidade do ar que ali se respira; livre dos condicionamentos que a falta de O2 nos provoca.  &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Desde que chegámos ao País Basco o nosso ritmo e tipo de experiências mudou bastante. Passamos do nosso espaço confinado e convivência social reduzida para sermos acolhidos, tão generosamente, em casa e na família basca com quem estamos. Enquanto turistas, as viagens são vividas (ou consumidas) numa perspectiva externa, no toque e foge possível. Aqui somos, estamos e vivemos em relações próximas, conhecendo e descobrindo as características de um povo rotulado como lutador. E vamos, de uma forma crescente, conhecendo-os e entendendo-os cada vez melhor, podendo assim melhor identificar o que somos nós perante o que são os outros. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os dias são hiper-ritmados, com o trabalho de casa, da terra, do corpo, do espírito; temos partilhado muito, comungado bastante, fazendo crescer e florescer valências e desejos; os dias começam agora a crescer e, com a casa já rotinada, começarmos a ter oportunidade para estudar e estarmos todos, uns com os outros, com mais calma. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pessoalmente sinto-me, depois de uma fase de intensa recuperação, abrindo o tudo que sou para o Todo que sempre quis ser. E é para mim um forte propósito que todas estas experiências sirvam para isso mesmo: para crescer em direcção ao que já sendo, quero ainda mais Ser. &lt;br/&gt;Agradeço, a cada adormecer, as ajudas que me foram oferecidas; as ajudas que estou a receber; ajudas que aprendi a aceitar e as ajudas que ainda necessite criar. E agradeço a oportunidade de conscientemente as desfrutar. &lt;br/&gt;Obrigada Amor.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Desfrutem-se também.&lt;br/&gt;Agur! &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;*&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A narrativa destes dois posts representa um discurso expositivo que não será o que por aqui vão encontrar. Para mim, e para começar e o experimentar, senti falta de o escrever e partilhar. Assumo-o como uma perspectiva redutora de tudo o que vivemos, sobretudo ao nível do que são as partilhas e aprendizagens mais íntimas, nem sempre doces ou saborosas. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas que sirva como um presentear-vos com um discurso mais leve, se assim entenderem mais leviano, do que foi tudo o que até agora vivemos. &lt;br/&gt;Partilharemos convosco não só as experiências que nos marcam como sobretudo o que considerarmos que através da partilha possa enriquecer a vossa vivência e estimular novas experiências, permitindo-nos e vos questionar a nossa e vossa identificação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;beijinhos, isabel&lt;br/&gt;</description>
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